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Obesidade infantil na adolescencia

Jul 03, 2015

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A obesidade e um caso serio, que precisa do apoio e a colaboração de todas as áreas sociais.

  • 1. Obesidade I nf ant il naAdolescnciaht t p:/ / her culessaudecomint eligencia.blogspo t .com Cur so e-pr oinf o , 11 de Agost o de2012 Ana Lucia Guer r eir oAndr Luiz Gozzi J oaquim Daniel Benedit o Massuia Her culano Silva Bezer r aPedr o Eder aldo Sukada Sandr a ZancopChr ist of olet t i

2. I nt r oduo * Nos dias de hoj e no Br asil a t endncia da obesidade t emsido um t ema pr ior it r io na sadepblica. A pr eocupao comasr eper cusses da obesidade nos gr upos menos f avor ecido simpe o apr of undament o t er ico sobr e sua dinmica e odelineament o de polt icas pblicas mais ef icazes par a apr eveno e o cont r ole da enf er midade nesses segment os. PR HI STRI ASCULO VI I I SCULO XI V SCULO XI XDCADA DE XX ANOS 40 E 50ANOS 90 2000 3. A obesidade inf ant il se no f or t r at ada, t er consequncias gr aves no f ut ur o. A pr eveno deve serf eit a at r avs de pr ogr amas de educao aliment ar ,diet a adequada na inf ncia, desde o nasciment o at asua vida adult a. 4. I nf ncia -Pr omoo e consolidao dos hbit os aliment ar es - I ncr ement o das necessidades nut r icionais par a o cr esciment o e desenvolviment o. 5. ALI MENTAO DE QUALI DADE E SADECapacidade de apr enderComunicarPensarDef esa cont r a doenasAt ividade f sica 6. Adequada educao nut r icional no per odo pr -escolar e escolar Hbitos Alimentares corretos 7. A entrada na escola Consolidao de hbitos alimentares Importncia da escola Interveno de f atores:- Genticos- Ambientais/culturais 8. Fatores ambientais: - t r ansmisses sociais int r a-gr upos f amlia escola 9. Obj et ivos nut r icionais: Mant er o cr esciment o adequado Evit ar o def icit de nut r ient es Pr evenir possveis pr oblemas de sade da f ase adult a Aliment os de t odos os gr uposPr opor es adequadasAliment ao saudvel Var iedade 10. DDR par a cr ianasPROTE NASDevem f or necer 15% das65% de or igemnecessidades ener gt icas animaldir ias: - mant er cr esciment oadequado- apor t e necessr io depr ot enas 11. L PI DOSDevem f or necer 30% dasnecessidades ener gt icas dir ias -Gor dur as sat ur adas menos de 10% -Colest er ol menos de 300 mg/ dia 12. HI DRATOS DE CARBONODevem f or necer 55% dasnecessidades ener gt icas dir ias-So pr ef er veis os HC complexos er icos em FIB A RDeve fornecer 3%do valor energticototal 13. Os aliment os devem ser bem dist r ibudos ao longo do dia:-Pequeno-almoo 2o-25 % cal.-Almoo 35-40 % cal.-Lanche 10-20 % cal.-J ant ar 15-25 % cal., ainda, impor t ant e:-o nmer o de r ef eies dir ias-evit ar r ef eies pesadas e dedif cil digest o. 14. Alguns r equisit os par a um desenvolviment o inf ant ilsadio (segundo a UNI CEF): Me saudvel que r ecebe aliment ao adequada Amament ao imediat a e exclusiva, par a a f or mao devnculos af et ivos ent r e me e f ilho I nt r oduo opor t una de aliment ao r egular Nut r io e micr onut r ient es adequados I nt er ao af et uosa com a f amlia I nt er ao pr -escolar e com out r as cr ianas numambient e que pr omova a apr endizagemSalut ar es e ef et ivas r elaes com out r as cr ianas 15. ATENO: as cr ianas que salt am o pequeno-almooinger em at menos 40% de vit C e clcio e menos 10%de f er r oEliminao do pequeno-almooHI POGLI CMI A- Cansao - Conf uso ment al- Per da de f or a - Cef aleias- Viso t ur va - I r r it abilidade- Alt er aes de humor - Tr emor es 16. AlmooJ ej um pr olongado(1 r ef eio do dia)Pet iscar Pr edispe diabet es e obesidade 17. Relao do pequeno-almoo com a at ividadef sicaA at ividade f sica f undament al par a quea cr iana possa apr oveit ar os nut r ient es de f or ma adequada 18. Os especialist as const at am:- As cr ianas necessit am de act ividade f sica dir ia par ase mant er em saudveis- As cr ianas dif icilment e se exer cit am a um r it moconst ant e por mais de 20 minut os-A act ividade das r apar igas inf er ior dos r apazes-A apt ido car daca pulmonar de ambos inf er ior r ecomendada melhor ada com a pr t ica de exer cciof sico 19. As cr ianas que pr at icam despor t o so:- Mais alegr es-Menos ir r it adias-Tm melhor r elacionament o socialAo mesmo t empo:- Pr evine a obesidade-Melhor a a capacidade pulmonar e a r esist ncia f sica-Aument a a densidade miner al ssea 20. Apesar da t ecnologia a f alt a de inf or mao dos pais soos gr andes viles da obesidade inf ant il, podemosconcluir que par a solucionar mos est e pr oblema deor dem pblica, necessr io ant es que se conscient izemos pais eque dest a f or ma, os mesmos saibam como lidarcom opr oblema. Faz par t e do t r abalho do pr of issionaldeenf er magem est aconscient izao. No exist e umt r at ament o adequado par a aobesidade inf ant il alm daor ient ao nut r icional e psicolgica a cr iana, diet aseexer ccios f sicos. Faz par t e de o desenvolviment ohumano apr ender a lidar comas novas doenas esit uaes decor r ent es da moder nidade e evoluo eopr of issional de sade t empapel f undament al nest epr ocesso. A pr eveno sempr e o melhor r emdio,edeve ser t r at ado como t al,dando pr ior idade par a asade e melhor ia dacondio humana.

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