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John Locke - Empirismo

Jun 23, 2015

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  • 1. Empirismo John Locke

2. Quem Foi John Locke? John Locke nasceu em Wrington, em 1632. Estudou na Universidade de Oxford filosofia, cincias naturais e medicina. Faleceu em 28 de outubro de 1704, com 72 anos. 3. Para o Empirista todo conhecimento vem da experincia, portanto, dos sentidos. Locke busca compreender qual a gnese, a funo e os limites do entendimento humano. 4. A mente uma tbula rasa, j diria Aristteles, que retomado aqui para evidenciar que nada no existe na mente que no estivesse antes nos sentidos. 5. De acordo com Locke... A mente como uma cera passiva, desprovida de contedos, em que os dados da sensibilidade vo imprimindo ali as ideias que podemos conhecer. 6. As Idias Racionalismo As ideias so inatas, isto , existem no esprito humano, so anteriores ao nascimento e coordenam, assim, o modo como o homem conhece. Empirismo Mas para o filsofo empirista, o saber humano determinado pelas impresses vindas da sensao, no de um fundamento inteligvel inato. 7. Corpo e Mente Racionalismo Para Descartes eram distintos Empirismo Para Locke so uma coisa s. 8. Noo de Sujeito como fundamento Racionalismo Sujeito Universal (razo) Empirismo Sujeito Particular no qual todas as representaes (ideias) esto encerradas no modo como cada indivduo percebe a realidade. 9. A nica coisa Inata para Locke : A capacidade de depreender (abstrair) ideias dos fatos singulares (como em Aristteles) e no que as prprias ideias sejam inatas (como em Descartes). 10. As ideias derivam das sensaes. A experincia nada mais do que a observao tanto dos objetos externos como das operaes internas da mente. O Pensamento no formal, mas sim uma sntese entre forma e contedo derivados da experincia e limitados a ela. 11. A experincia pode ser de dois tipos: 1. Externa> da qual derivam as ideias simples de sensao (extenso, figura e movimento, etc.) 2. Interna> da qual derivam as ideias simples de reflexo (dor, prazer, etc.). 12. O que Qualidade para Locke? o poder que as coisas tm de produzir as ideias em ns. 13. Se difere em 2 tipos: Qualidades primrias So as qualidades reais dos corpos das quais as ideias correspondentes so cpias exatas. Qualidades secundrias So as possveis combinaes de ideias, sendo em parte subjetiva, de modo que as ideias delas no correspondam exatamente aos objetos (cor, sabor, odor, etc.) 14. O que a mente pode fazer segundo Locke? Tanto o poder de operar combinaes entre as ideias simples formando ideias complexas, como o de separar as ideias umas das outras formando ideias gerais. 15. Idias Simples So aquelas que representam uma aparncia, ou concepo, uniforme na mente, e no [so] analisveis em idias diferentes. A mente no as pode criar ou destruir. A partir das idias simples, o entendimento pode livremente fazer novas idias, as idias complexas. 16. As Idias Complexas So formadas por Combinao, Comparao e Abstrao. Ideias Complexas Combinao ComparaoAbstrao 17. So trs os tipos de Ideias Complexas: Surgem do confronto que o intelecto institui entre as ideias. Ideias de relaes Nascidas do costume de se supor um substrato em que subsistem algumas ideias simples. Ideias de substncia So afeces da substncia. Ideias de modo 18. As idias de modos So as idias complexas tais que, no importa como sejam compostas, no contm em si a suposio de subsistirem por si prprias, mas so consideradas como dependncias, ou afeces de substncias. > Tais so as idias significadas pelas palavras tringulo, gratido, assassina to, etc. 19. As idias de substncias So as combinaes de idias simples formadas para representar coisas particulares distintas que subsistem por si mesmas, nas quais a idia imaginada [supposed] ou confusa de substncia [...] sempre a primeira e a principal. > As idias de mesa, gua, homem, Deus, alma, so exemplos de idias de substncias. 20. As idias de relaes Consistem na considerao e comparao de uma idia com outra. > Assim, temos as idias de causa e efeito, igualdade, proporcionalidade, das relaes de espao e de tempo, etc. 21. O Conhecimento para Locke ... O conhecimento, ento, consiste na percepo da conexo ou acordo (ou do desacordo e do contraste) entre nossas ideias.