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Ernesto Bozzano - Fenômenos Premonitó Premonitorios (Ernesto Bozzano).pdf científica, Bozzano extrai desse estudo importantes conclusões ... fenômenos...

Mar 21, 2021

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  • Ernesto Bozzano

    Fenômenos Premonitórios

    Salvador Dali

    Premonição da Guerra Civil Espanhola

  • Conteúdo resumido

    Conforme exposto por Bozzano na Introdução da presente

    obra, entre os fenômenos metapsíquicos, os premonitórios estão entre aqueles de cuja existência menos se permite duvidar,

    devido à autenticidade comprovada dos relatos, apesar de

    desafiarem todas as nossas concepções mais audaciosas para chegar à sua explicação.

    Nesta obra o autor faz um estudo, através da classificação metódica de 162 casos selecionados, do intrigante fenômeno da

    premonição (previsão, por via supranormal, de acontecimentos

    futuros) – também denominada clarividência no futuro.

    Com sua grande experiência nas pesquisas sobre os

    fenômenos psíquicos, e seguindo rigorosamente a metodologia científica, Bozzano extrai desse estudo importantes conclusões

    filosóficas, dentre elas a de que o espírito evolui, por um lado,

    guiado por forças que orientam o seu caminho e, por outro, em função do seu próprio livre-arbítrio, que é proporcional ao seu

    grau evolutivo.

  • Sumário

    Introdução .................................................................................... 5

    PRIMEIRA CATEGORIA

    Autopremonições de doença ou de morte

    SUBGRUPO A

    – Autopremonições de doença (Caso 1) ................................ 26

    SUBGRUPO B

    – Autopremonições de morte a curto prazo, e em que a

    morte se deve a causas naturais (Casos 2 a 7) ....................... 32

    SUBGRUPO C

    – Autopremonições de morte a longo prazo, e em que a

    morte se deve a causas naturais (Casos 8 a 12) ..................... 45

    SUBGRUPO D

    – Autopremonições de morte, e em que a morte se deve a

    causas acidentais (Casos 13 a 19) .......................................... 53

    SEGUNDA CATEGORIA

    Premonições de doenças ou de mortes que se referem a

    terceiros

    SUBGRUPO E

    – Premonições de doenças de terceiros (Caso 20) ................. 65

    SUBGRUPO F

    – Premonições da morte de terceiros a curto prazo, e em

    que a morte se deve a causas naturais (Casos 21 a 45) .......... 67

    SUBGRUPO G

    – Premonições da morte de terceiros a longo prazo, e em

    que a morte se deve a causas naturais (Casos 46 a 57) ........ 104

    SUBGRUPO H

    – Premonições da morte de terceiros a curto prazo, e em

    que a morte se deve a causas acidentais (Casos 58 a 70) ..... 131

  • SUBGRUPO I

    – Premonições da morte de terceiros a longo prazo, e em

    que a morte se deve a causas acidentais (Casos 71 a 77) ..... 155

    SUBGRUPO J

    – Premonições da morte produzindo-se tradicionalmente

    numa mesma família (Casos 78 a 81) .................................. 173

    TERCEIRA CATEGORIA

    Premonições de acontecimentos diversos

    SUBGRUPO K – Premonições de acontecimentos importantes que não

    implicam em morte (extração de números, casamentos,

    acontecimentos políticos e fatos diversos) (Casos 82 a 111) ...................................................................................... 182

    SUBGRUPO L

    – Premonições de incidentes insignificantes e praticamente inúteis (Casos 112 a 125) ............................... 225

    SUBGRUPO M

    – Premonições meteorológicas e sísmicas (Casos 126 a 133) ...................................................................................... 247

    SUBGRUPO N

    – Premonições que salvam (Casos 134 a 159) ..................... 259

    SUBGRUPO O

    – Premonições que determinam o acidente possível (Casos

    160 a 162) ............................................................................ 307

    Conclusões ................................................................................ 311

    Notas biográficas do Autor

    Do Positivismo ao Espiritismo ............................................ 330

    O que penso da influência do Espiritismo na evolução

    moral da Humanidade .......................................................... 335

  • Introdução

    Na linguagem técnica adotada pela Sociedade Inglesa de Pesquisas Psíquicas, o fenômeno “premonitório” recebeu esta

    simples definição: “Predição supranormal de um acontecimento

    futuro qualquer”; e esta definição parece feliz e adequada, se considerarmos que, graças à adição oportuna da palavra

    “supranormal”, todos os casos pseudopremonitórios cuja

    realização é devida, provavelmente, a um fato de sugestão e de autosugestão, ou a inferências consecutivas a estados anormais

    de hiperestesia sensório-psíquica, encontram-se definitivamente

    eliminados.

    Daí decorre que o termo “premonição” encontra-se como

    sinônimo deste outro: “clarividência no futuro”, empregado pelos antigos magnetólogos, e ambos compreendem todos os

    casos que, segundo suas modalidades particulares de

    manifestação, tomam na linguagem comum os nomes de “pressentimento”, “aviso”, “predição”, “adivinhação”,

    “profecia”.

    Com relação ao valor intrínseco do fenômeno em questão, encontro-me de acordo com o Dr. Samona, cujo parecer é de que “entre os fenômenos metapsíquicos, os premonitórios, que

    todavia desafiam todas as nossas concepções mais audaciosas

    para chegar à sua explicação, estão entre aqueles de cuja existência menos se permite duvidar, pois há casos

    verdadeiramente autênticos diante dos quais somos forçados a

    nos inclinar, apesar da sua ininteligibilidade absoluta”. (Psiche Misteriosa, pág. 184.) Tal era justamente a opinião do Dr. Carl

    du Prel.

    Para se chegar à conclusão da freqüência com a qual eles se realizam, basta consultar a história dos povos; aí recolher-se-ão

    numerosos exemplos, e em todas as épocas. E se queremos recorrer ao critério prático do testemunho humano,

    constataremos que interrogando um grupo de pessoas pegas ao

    acaso, é bem difícil que nenhuma delas não tenha um incidente pessoal do gênero para contar; o que não se pode afirmar para a

  • telepatia. De modo que somos levados a concluir que os

    fenômenos premonitórios tomam lugar entre os mais comuns da

    casuística metapsíquica.

    Eles se dão, na sua grande maioria, durante o sono natural ou

    provocado; mais raramente em condições de vigília; e mesmo quando isso acontece, é fácil encontrar sempre indícios que

    permitem reconhecer um estado mais ou menos disfarçado de

    auto-hipnose leve ou de “ausência psíquica”, no sensitivo.

    Com mais freqüência, os fatos que nos ocupam se referem à

    própria pessoa do sensitivo, menos freqüentemente a de terceiros, e muito mais raramente a acontecimentos políticos,

    sociais, meteorológicos.

    Seus modos de exteriorização são mais variados e compreendem toda a gama da casuística metapsíquica. Na sua

    forma mais simples, consistem num vago sentimento de ansiedade profunda ou de sombrio presságio, sentimento não

    motivado e invencível, que leva inconscientemente a pessoa a

    orientar seu próprio pensamento para o de tal pessoa, ou a esta ordem especial de acontecimentos que constituirão o objeto da

    premonição. Mais comumente, eles assumem uma forma de

    visualização alucinatória, tanto espontânea quanto provocada, na qual os quadros de acontecimentos futuros manifestam-se ao

    sensitivo numa sucessão extremamente fugaz, tanto em

    agrupamentos plásticos, quanto em ação cinematográfica, às vezes, com a aparência de acontecimentos reais, outras vezes de

    uma maneira ideográfica e simbólica; em tal caso a verdadeira

    significação do símbolo não parecerá totalmente desvendada senão após a realização do acontecimento. Não menos

    freqüentemente eles se apresentam sob forma de audição

    alucinatória, onde uma voz, reconhecida, às vezes, como interior ou subjetiva, ou revestindo um timbre objetivo, e freqüentemente

    familiar, efetua uma predição, numa linguagem mais ou menos

    enigmática, dos acontecimentos futuros. Em outras circunstâncias eles se traduzem num fenômeno fônico com um

    cunho decididamente objetivo, como, por exemplo, quando batidas, gemidos, ruídos de toda espécie (fiéis em cada um dos

    casos à sua modalidade de exteriorização) reproduzem-se

  • tradicionalmente numa família para anunciar a morte de um de

    seus membros. Em todos os casos análogos, as predições da

    morte de uma pessoa ao seu grupo produzem-se, ao contrário, pela aparição de um fantasma de um defunto, sempre idêntico.

    Nota-se ainda um gênero de premonições transmitidas sob forma

    de impulsão motriz irrefreável, que impulsiona o sensitivo a atos que parecem absurdos porque não motivados, como, por

    exemplo, voltar sobre seus passos, dar uma corrida, trocar de

    lugar ou de caminho, escapando dessa maneira de um grave perigo que o ameaçava com seu desconhecimento. Contaremos

    finalmente um últi

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