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Téc. Básicas de Socorrismo v

Jul 08, 2015

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CEFAD Formao Profissional

Tcnicas Bsicas de Socorrismo

Miguel Correia [email protected]

Tcnicas Bsicas de Socorrismo

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Sistema Integrado de Emergncia Mdica

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Sistema Integrado de Emergncia MdicaEmergncia Mdica uma actividade na rea da sade, que abrange tudo o que se passa desde o local onde ocorre uma situao de emergncia, at ao momento em que se inicia, no estabelecimento de sade adequado, o tratamento que essa situao exige.

Sistema Integrado de Emergncia MdicaConjunto de meios extra-hospitalares, hospitalares e interhospitalares, com a interveno activa dos vrios componentes de uma comunidade portanto pluridisciplinar programados de modo a possibilitar uma aco rpida, eficaz e com economia de meios, em situaes de doena sbita, acidentes e catstrofes, nas quais a demora de medidas adequadas, diagnstico e teraputica, podem acarretar graves riscos ou prejuzo para o doenteMiguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 3

Sistema Integrado de Emergncia MdicaIntervenientesPblico Operadores de central, das centrais de emergncia Operadores de central dos Centros de Orientao de Doentes Urgentes (CODU) Agentes da autoridade Bombeiros Tripulantes de ambulncia Mdicos e enfermeiros Pessoal tcnico hospitalar Pessoal tcnico nas reas de telecomunicaes e informtica

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Sistema Integrado de Emergncia MdicaEstrela da VidaDeteco / Proteco

Tratamento

Alerta

Transporte

Pr - Socorro

SocorroMiguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 5

Sistema Integrado de Emergncia MdicaDeteco / Proteco Momento em que algum se apercebe da existncia de uma ou mais vtimas de doena sbita ou acidente. Ao detectar, devem ser imediatamente desenvolvidas um conjunto de aces, para evitar que uma situao de emergncia se agrave atendendo particularmente segurana do local, da vtima e de quem a socorre. Alerta Fase em que se contactam os meios de socorro, utilizando normalmente o Nmero Europeu de Socorro (112).

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Sistema Integrado de Emergncia MdicaPr - Socorro Conjunto de gestos simples que podem ser efectuados at chegada do socorro mais diferenciado. Socorro Tratamento inicial efectuado s vtimas de doena sbita ou acidente, com o objectivo de manter a vida, diminuir a sua incapacidade e diminuir o seu sofrimento. Transporte Realiza-se desde o local da ocorrncia at entrada da unidade de sade adequada, garantindo vtima os socorros necessrios durante o percurso. Tratamento Corresponde ao tratamento da vtima na unidade de sade adequadaMiguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 7

Sistema Integrado de Emergncia MdicaSubsistemas do SIEMCentro de Informao Anti Venenos (CIAV) (808 250 143)

Transporte de Recm Nascidos de Alto Risco

Centros de Orientao de Doentes Urgentes (CODU)

Centro de Orientao de Doentes Urgentes Mar (CODU MAR)

Servio de Helicpteros de Emergncia Mdica (SHEM)Miguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 8

Sistema Integrado de Emergncia MdicaNormas de CondutaUsar a calma, pacincia e cortesia Cuidar da sua apresentao Manter sempre a vtima acompanhada Respeitar o segredo profissional Trabalhar em equipa com todos os intervenientes Executar correctamente as tcnicas Actuar como elemento do SIEMMiguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 9

Sistema Integrado de Emergncia MdicaNormas de ActuaoDeterminar a segurana no local Avaliar correctamente as situaes e os meios disponveis Distribuir tarefas Direito da vitima recusa Cumprimento das directrizes mdicas Tratamento sem julgamento Registo escrito da observao, avaliao e cuidados prestados Transmisso da informao (ao mdico do CODU e / ou ao tcnico mais diferenciado) Inter-ligao e colaborao com outras equipas presentes no localMiguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 10

Sistema Integrado de Emergncia MdicaRegras de AproximaoAntes da aproximao deve considerar: Avaliao dos factores de risco para a equipa de socorro e para a vtima Certifique-se se os meios disponveis no local so suficientes e adequados Logo que chegue junto da vtima: Coloque-se ao seu nvel Identifique-se Pergunte-lhe o nome e idade Toque-lhe Mantenha o contacto visual com ela Faa perguntas directas e objectivas

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Exame da Vtima

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Exame da Vtima

ABCD-EA Via Area B Ventilao / Respirao C Circulao D Disfuno Neurolgica E Exposio com Controlo de TemperaturaMiguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 13

Exame da VtimaExame PrimrioAB-CA Via Area

Desobstruo Extenso do Pescoo Elevao do Queixo

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Exame da VtimaExame PrimrioAB-CB Ventilao / Respirao

Ver Ouvir Sentir (durante 10 seg.)Miguel Correia [email protected]

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Exame da VtimaExame PrimrioAB-CC Circulao

Palpar artria (durante 10 seg.)

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Exame da VtimaExame PrimrioD-ED Disfuno Neurolgica

Nvel de Conscincia A Alerta V Responde a estmulos Verbais P Responde a estimulao Dolorosa U Sem Resposta

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Avaliao dos Parmetros VitaisExame PrimrioD-ED Disfuno Neurolgica

Reaco foto-pupilar

Miose (pupilas contradas)Miguel Correia [email protected]

Midrase (pupilas dilatadas)Tcnicas Bsicas de Socorrismo

Anisacria (pupilas desiguais)18

Exame da VtimaExame PrimrioD-ED Disfuno Neurolgica Lateralizao da resposta motora dos membros

Avaliar Mobilidade, Fora e Sensibilidade (MFS)

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Exame da VtimaExame PrimrioD-E

E Exposio com Controlo da Temperatura

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Avaliao dos Parmetros VitaisVentilao

Quanto a: Frequncia Amplitude Ritmo

Classifica-se em: N ciclos/min Normal, superficial ou profunda Regular ou irregular

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Avaliao dos Parmetros VitaisPulsao

Quanto a: Frequncia Amplitude Ritmo

Classifica-se em: N batimentos/min Fino (fraco) ou cheio (forte) Regular ou irregular

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Avaliao dos Parmetros VitaisPresso Arterial Valores de referncia para um adulto normotenso P. Sistlica 120 mm Hg P. Diastlica 80 mm Hg

Temperatura Corporal Hipertermia (Febre) temp > 37,5 Apirtico 35,5 < temp < 37,5 Hipotermia temp < 35Miguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 23

Exame da VtimaExame Secundrio Recolha de informao C Circunstncias do Acidente H Histria anterior de doenas da vtima A Alergias M Medicao Habitual U ltima refeio

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Exame da VtimaExame Secundrio Observao sistematizada (exame fsico)

Cabea e Face Tronco Membros inferiores Membros superioresMiguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 25

Exame da VtimaExame Secundrio Observao sistematizada (exame fsico) Cabea e Face Analisar a regio superior do couro cabeludo, procurando alguma alterao Escorregar as mos pela parte de trs da cabea Palpar a parte frontal do crnio (testa e regio superior) Examinar o pescoo Verificar se h presena de lquido cfalo-raquidianoMiguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 26

Exame da VtimaExame Secundrio Observao sistematizada (exame fsico) Tronco Tocar na clavcula, um lado de cada vez Palpar a face anterior do trax Palpar o abdmen Palpar a zona dorso-lombar anterior e lateralmente Tocar a cintura plvicaMiguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 27

Exame da VtimaExame Secundrio Observao sistematizada (exame fsico) Membros inferiores Palpar a coxa desde a virilha Palpar joelho, perna e p Examinar a motricidade (funcional e sensitiva) Repetir o exame na outra perna

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Exame da VtimaExame Secundrio Observao sistematizada (exame fsico) Membros superiores Palpar braos, cotovelos, antebraos e mos Verificar o pulso radial Examinar a motricidade (funcional e sensitiva)

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Suporte Bsico de Vida

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Suporte Bsico de Vida

O SUPORTE BSICO DE VIDA (SBV) permite fornecer oxignio e manter a circulao para prolongar a vida das clulas dos rgos principais do nosso organismo (crebro, corao, ) at chegada de ajuda qualificada. (Pereira, 2001)

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Suporte Bsico de VidaCadeia de Sobrevivncia

Acesso rpido aos servios de emergncia (112) Incio imediato do Suporte Bsico de Vida (SBV)

Desfibrilhao Automtica Externa (DAE)

Suporte Avanado de Vida (SAV)Miguel Correia [email protected]

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Suporte Bsico de VidaAbane e grite

STOPCondies segurana

Estado Conscincia

No responde Extenso pescoo Elevar queixo

Pedir 1 ajuda

A Permeabilizar Vias Areas

Ver, Ouvir, Sentir (VOS)

P.L.S.

Respira

B Respirao

Algoritmo de S.B.V.

No respira

Pedir 2 ajuda (112)

Ciclos 30:2 Comp/InsufMiguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 33

Suporte Bsico de VidaVtima Consciente Tosse Ineficaz Incapaz de falar/respirar Encorajar a tosseAt resoluo da Obstruo/ Tosse ineficaz Se consegue tossir

5 Pancadas Interescapulares

5 Compresses Abdominais

Algoritmo de Desobstruo V.A.

At resoluo da Obstruo/ At a vtima ficar inconsciente

30:2

Ligar 112

Algoritmo SBVTcnicas Bsicas de Socorrismo

Pesquisar antes de insuf.

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Suporte Bsico de Vida

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Suporte Bsico de Vida

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Asma

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AsmaSinais e Sintomas Dispneia (dificuldade em respirar); Aumento da frequncia respiratria; Pieira (expirao sibilante, ruidosa); Cianose; Ansiedade; Ingurgitamento jugular (veias do pescoo distendidas); Tosse; Incapacidade do indivduo para completar uma frase sem interrupo (sinal de gravidade).Miguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 42

AsmaActuao Manter uma atitude calma e segura; Procurar retirar o doente onde poder estar a origem das crises (tintas, vernizes, gasolinas, ps, flores, ); Posicionar a vtima numa posio cmoda e confortvel de modo a facilitar-lhe a ventilao (a posio de sentado ou semi-sentado facilita a ventilao, por proporcionar uma maior expanso e utilizao dos msculos respiratrios);

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AsmaActuao Administrar oxignio (se disponvel) a 15 litros/min, se grave ou a 3 litros/min se no grave; Verificar e registar os sinais vitais ter especial ateno s caractersticas da respirao; Prosseguir exame da vtima dando especial ateno recolha do mximo de informao (CHAMU Circunstncias; Historial mdico; Alergias; Medicao; ltima refeio.);Miguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 44

Convulses

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ConvulsesActuao Manter uma atitude calma e segura; Evitar traumatismos associados; Desviar objectos; Proteger extremidades e crnio da vtima Nota: Nunca tentar segurar a vtima de forma a contrariar as contraces musculares; Desapertar roupas justas, nomeadamente colarinho, gravata, cinto, etc.;Miguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 46

ConvulsesActuao Administrar oxignio (se disponvel) a 15 litros/min; Nota: apesar de durante a crise a vtima no ventilar, no se deve tentar executar ventilao artificial; Manter a via area permevel; Registar a durao e o tempo de intervalo entre cada uma das convulses; Registar as partes do corpo envolvidas no estado convulsivo.Miguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 47

ConvulsesActuao (aps crise convulsiva) Colocar a cabea da vtima de lado e se possvel aspirar secrees; Determinar valores de glicemia capilar; Despistar hipertermia; Verificar e registar os sinais vitais; Prosseguir exame da vtima dando especial ateno recolha do mximo de informao (CHAMU Circunstncias; Historial mdico; Alergias; Medicao; ltima refeio.); Actuar em conformidade com traumatismos associados crise que eventualmente tenham ocorrido.Miguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo

Convulses 48

Hipo / Hiperglicmia

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Hipo / Hiperglicmia

Hiperglicmia aumento da quantidade de acar no sangue em relao quantidade de insulina. Valores de glicmia capilar superiores a 200 mg/dl. Hipoglicmia diminuio acentuada da quantidade de acar no sangue motivada pela falta da sua ingesto ou pelo excesso de insulina. Valores de glicmia capilar inferiores a 50 mg/dl.

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Hipo / HiperglicmiaQuadro resumoHiperglicmia Excesso de acar ou dfice de insulina Lento e progressivo Fraqueza muscular, confuso, sonolncia e coma Cetnico, adocicado Seca e avermelhada Sim No HabituaisMiguel Correia [email protected]

Hipoglicmia Causa Incio Comportamento Hlito Pele Sede Fome VmitosTcnicas Bsicas de Socorrismo

Excesso de insulina ou dfice de acar Rpido e sbito Agitao, irritabilidade, convulses, confuso e coma Normal Plida, hmida e suada No Sim Raros51

Hipo / HiperglicmiaActuao Hiperglicmia Manter uma atitude calma e segura; Determinar a glicmia capilar; Administrar oxignio (se disponvel) a 3 litros/min; Verificar e registar os sinais vitais ter especial ateno s caractersticas da respirao; Prosseguir exame da vtima dando especial ateno recolha do mximo de informao (CHAMU Circunstncias; Historial mdico; Alergias; Medicao; ltima refeio.).Miguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 52

Hipo / HiperglicmiaActuao Hipoglicmia Manter uma atitude calma e segura; Determinar a glicmia capilar; Se glicmia inferior a 50 mg/dl deve: Vtima consciente administrar gua com acar em pequenas quantidades mas frequentemente; Vtima inconsciente administrar papa espessa de acar no interior das bochechas;

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Hipo / HiperglicmiaActuao Hipoglicmia Administrar oxignio (se disponvel) a 3 litros/min; Verificar e registar os sinais vitais ter especial ateno s caractersticas da respirao; Prosseguir exame da vtima dando especial ateno recolha do mximo de informao (CHAMU Circunstncias; Historial mdico; Alergias; Medicao; ltima refeio.).

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Hipo / HiperglicmiaActuao Nota: Quando no for possvel determinar a glicmia capilar e se subsistirem dvidas em relao ao estado da vtima, dever-se- actuar como se se tratasse de uma hipoglicmia, dado que: A hiperglicmia tem uma evoluo mais lenta que a hipoglicmia; A hipoglicmia conduz mais rapidamente morte celular.Miguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 55

Traumatismos

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TraumatismosClassificao das Fracturas Fractura toda e qualquer alterao da continuidade de um osso.

FechadaMiguel Correia [email protected]

Complicada de feridaTcnicas Bsicas de Socorrismo

Aberta/Exposta57

TraumatismosSinais e Sintomas

Dor; Impotncia funcional; Deformidade; Crepitao; Edema; Equimoses ou hematomas; Exposio dos topos sseos.

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TraumatismosActuao Manter uma atitude calma e segura; Administrar oxignio (se disponvel) a 10 litros/min; Controlar a hemorragia; Lavar as fracturas expostas antes de qualquer manobra de alinhamento; Imobilizar a fractura de acordo com a seguinte sequncia: Traco Alinhamento Imobilizao; Nos ossos longos imobilizar sempre a articulao acima e abaixo da fractura; Nas leses articulares imobilizar sempre o osso longo acima e abaixo da articulao.Miguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 59

Controlo de Hemorragias

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Controlo de HemorragiasClassificao das Hemorragias

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Controlo de HemorragiasSinais e Sintomas Sada evidente de sangue (hemorragias externas); Respirao rpida, superficial e difcil; Pulso rpido e fraco; Hipotenso; Pele plida e suada; Hipotermia; Mal estar geral ou enfraquecimento; A vtima refere sede; Zumbido nos ouvidos; Ansiedade e agitao; Inconscincia.Miguel Correia [email protected] Tcnicas Bsicas de Socorrismo 62

Controlo de HemorragiasActuao Mtodos de controlo de hemorragias: Presso directa (no local da hemorragia); Elevao do membro; Presso indirecta (compresso distncia); Aplicao de frio; Imobilizao; Garrote (em ltimo caso).

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Choque

Caracteriza-se pelo funcionamento deficiente das funes vitais, em virtude de no chegar sangue em quantidade suficiente ao crebro e aos rgos. H dois tipos principais de choque: o choque cardiognico, provocado pelo mau bombeamento de sangue pelo corao, e o choque hipovolmico, resultante de uma hemorragia forte, de queimaduras graves que tenham provocado grandes perdas de soro (lquido que se separa do sangue quando este coagula) ou da perda de sal e gua devido a diarreia grave e a vmitos

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Choque

Os casos de estado de choque so provocados geralmente por leses graves, tais como: Hemorragias ou emoes intensas; Queimaduras graves; Ferimentos graves ou extensos; Choque elctrico; Intoxicao por produtos qumicos ou alimentos; Paragem crdio-respiratria; Exposio excessiva ao calor ou ao frio; Dor profunda; Infeces; Fracturas.Miguel Correia [email protected]

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ChoqueSinais e sintomas

Pele plida e fria; Sudao nas mos e na testa; Sensao de frio; Nuseas e vmitos; Dificuldade respiratria; Viso nublada; Pulso fraco e rpido.

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ChoqueComo ajudar?

Examine o estado da vtima; Mantenha a pessoa deitada e aquecida; Alargue as roupas da vtima; Remova qualquer objecto estranho das vias areas; Posicione a cabea na lateral, para o caso de ela vomitar; Levante as pernas da vtima, mas somente se no houver suspeita de fracturas; Mantenha a cabea do paciente em posio mais baixa que o tronco, de preferncia.

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Choque

NUNCAD bebidas alcolicas vtima; D lquido a uma pessoa inconsciente ou semi-consciente; D lquidos se suspeitar de leso abdominal ou se o acidentado estiver em estado grave.

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Obrigado pela vossa ateno

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