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ROTEIRO O Médium e a Mediunidade A Responsabilidade e os Riscos da Mediunidade Perigos e Inconvinientes da Mediunidade Perda e Suspensão da Mediunidade.

Apr 22, 2015

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  • ROTEIRO O Mdium e a Mediunidade A Responsabilidade e os Riscos da Mediunidade Perigos e Inconvinientes da Mediunidade Perda e Suspenso da Mediunidade Mediunidade e Estados Petolgicos Mediunidade na Infncia
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  • O Mdium e a Mediunidade "Mediunidade o caminho, a via, por onde transcorrem as energias entre o Divino e a Matria, e o Mdium, sendo que se encontra no meio, o receptor e o emissor, de tudo que se segue de um ponto ao outro. Ele o Canal, o Mediador energtico e espiritual.
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  • Para que o processo possa transcorrer de forma fludica, com amor e luz, com plenitude e transparncia, imprescindvel que este Canal Condutor, se encontre livre de doenas de carter fsico e psicolgico, de maus pensamentos e sentimentos, de cansaos e fadigas, e principalmente, do ego, da inveja e da vaidade, ou seja, ele deve estar totalmente desobstrudo e frequenciado em vibraes de luz e amor, pois desta frequncia se resulta o negativo e o positivo.
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  • A mediunidade como um sistema de tratamento de gua. Para que o receptor possa dispor de uma gua tratada, potvel e cristalina atravs das mos do Mdium, necessrio que o filtro esteja limpo e os canos estejam desobstrudos.
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  • A RESPONSABILIDADE E OS RISCOS DA MEDIUNIDADE
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  • O mdium pode ser considerado uma criatura anormal? Anormal no propriamente o termo, mas trata- se de um indivduo incomum. Alguns so inquietos, aflitos, que vivem, por antecipao, certos acontecimentos. A hipersensibilidade perispiritual atua com veemncia na fisiologia do sistema nervoso e endocrnico. Alguns so pacatos e sem qualquer caracterstica excepcional, mas isso resulta de que a sua mediunidade menos sensvel no campo psquico. Anormal no propriamente o termo, mas trata- se de um indivduo incomum. Alguns so inquietos, aflitos, que vivem, por antecipao, certos acontecimentos. A hipersensibilidade perispiritual atua com veemncia na fisiologia do sistema nervoso e endocrnico. Alguns so pacatos e sem qualquer caracterstica excepcional, mas isso resulta de que a sua mediunidade menos sensvel no campo psquico.
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  • O mdium um missionrio? Ele no um missionrio, na acepo exata da palavra. Salvo raras excees, o mdium um esprito comprometido com o seu passado. A faculdade medinica um ensejo de reabilitao concedido pelo Alto, no sentido de acelerar a sua evoluo espiritual. Alm de exercer a mediunidade tambm ter de enfrentar as contingncias que a vida impe a todos, pois os problemas que lhe dizem respeito s podem ser solucionados e vencidos mediante a luta e no pela indiferena ou preguia. Sempre encontra ajuda Espiritual. Ele no um missionrio, na acepo exata da palavra. Salvo raras excees, o mdium um esprito comprometido com o seu passado. A faculdade medinica um ensejo de reabilitao concedido pelo Alto, no sentido de acelerar a sua evoluo espiritual. Alm de exercer a mediunidade tambm ter de enfrentar as contingncias que a vida impe a todos, pois os problemas que lhe dizem respeito s podem ser solucionados e vencidos mediante a luta e no pela indiferena ou preguia. Sempre encontra ajuda Espiritual.
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  • Riscos da Mediunidade. FRAUDES - A significa o do termo : engano, logro, tapea o. Pressupe uma atitude previamente deliberada para fazer parecer verdadeira uma coisa que falsa. As fraudes podem ser de dois tipos: Conscientes e Inconscientes;. FRAUDES - A significa o do termo : engano, logro, tapea o. Pressupe uma atitude previamente deliberada para fazer parecer verdadeira uma coisa que falsa. As fraudes podem ser de dois tipos: Conscientes e Inconscientes;
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  • Riscos da Mediunidade FRAUDES CONSCIENTES, voluntrias. So de inteira responsabilidade e conhecimento do encarnado, o qual simula uma interveno espiritual. Podem elas ser produzidas por: a) Falsos mdiuns, espertalhes que usam a sistemtica medinica para melhor iludirem. Visam lucros, posies sociais de liderana; b) Verdadeiros mdiuns, No devidamente preparados para a misso, desconhecem a nobreza do mandato que lhes foi outorgado. Quando os Espritos demoram para se manifestarem ou no esto presentes, esses mdiuns entram com sua colaborao, "ajudando a manifestao". FRAUDES CONSCIENTES, voluntrias. So de inteira responsabilidade e conhecimento do encarnado, o qual simula uma interveno espiritual. Podem elas ser produzidas por: a) Falsos mdiuns, espertalhes que usam a sistemtica medinica para melhor iludirem. Visam lucros, posies sociais de liderana; b) Verdadeiros mdiuns, No devidamente preparados para a misso, desconhecem a nobreza do mandato que lhes foi outorgado. Quando os Espritos demoram para se manifestarem ou no esto presentes, esses mdiuns entram com sua colaborao, "ajudando a manifestao".
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  • Riscos da Mediunidade " FRAUDES" INCONSCIENTES. So simula es provocadas pela mente do m dium sem interferncia da vontade. Neste caso, como bem estudou ERNESTO BOZZANO, o m dium no consciente do que faz, mas, gra as a faculdade que possui capta conhecimentos e simula a personalidade de um desencarnado ilustre.
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  • . MISTIFICA ES - ESP RITOS MISTIFICADORES. Nem todos os esp ritos vm para trazer ensinamentos ou consolo. Entre os desencarnados, encontramos, como entre os homens, s bios, presun osos, ignorantes e brincalhes. Estes podem dar comunica es que simulam vir de Esp ritos evolu dos, os quais se destacaram, na vida terrena, pela cultura ou por outros dotes; e trazem ensinos errados. Se apresentam com linguagem bonita e aprimorada, de modo a darem a impresso de que so esp ritos muito cultos. Recorrem a elogios, enaltecendo m ritos do dirigente dos trabalhos e dos m diuns do grupo, a fim de lhes captarem a simpatia. Formulam teorias ex ticas e atraentes, com no es inadequadas, trazidas da cincia ou das religies orientais e se arrogam t tulos de grandes mestres. Alguns se dizem contemporneos de Plato, Arist teles ou at do Cristo. Outros trazem detalhes fantasistas da vida em outros planetas. Dessa forma, conseguem embair a boa f dos desprevenidos, os quais passam a adotar seus ensinamentos absurdos.. MISTIFICA ES - ESP RITOS MISTIFICADORES. Nem todos os esp ritos vm para trazer ensinamentos ou consolo. Entre os desencarnados, encontramos, como entre os homens, s bios, presun osos, ignorantes e brincalhes. Estes podem dar comunica es que simulam vir de Esp ritos evolu dos, os quais se destacaram, na vida terrena, pela cultura ou por outros dotes; e trazem ensinos errados. Se apresentam com linguagem bonita e aprimorada, de modo a darem a impresso de que so esp ritos muito cultos. Recorrem a elogios, enaltecendo m ritos do dirigente dos trabalhos e dos m diuns do grupo, a fim de lhes captarem a simpatia. Formulam teorias ex ticas e atraentes, com no es inadequadas, trazidas da cincia ou das religies orientais e se arrogam t tulos de grandes mestres. Alguns se dizem contemporneos de Plato, Arist teles ou at do Cristo. Outros trazem detalhes fantasistas da vida em outros planetas. Dessa forma, conseguem embair a boa f dos desprevenidos, os quais passam a adotar seus ensinamentos absurdos.
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  • - MISTIFICA ES COM PARTICIPA O DOS M DIUNS. Kardec lembra que nada se prestaria melhor ao charlatanismo do que explorar os esp ritos com a inteno de obter informaes sobre questes materiais. Seria tolice supor que os Esp ritos estivessem s ordens para satisfazer nossa curiosidade mesquinha. conhecida a averso que tm os Esp ritos de certa evolu o para com tudo que demonstre cobi a e ego smo. Eles nunca se prestariam ao papel de comparsas dos interesseiros. Todavia, existem Esp ritos levianos, menos escrupulosos, que buscam ocasio de se divertirem custa dos encarnados. H m diuns interesseiros, que nem sempre exigem remunera o financeira, mas cujo objetivo est em ambi es as mais variadas, desde as d divas materiais at a proeminncia social. Os Esp ritos zombeteiros deles podem tirar partido, embalando-lhes as iluses. Substituem os Esp ritos bons, que se afastam, ao perceberem as m s inten es. O ego smo um dos piores defeitos e os esp ritos evolu dos jamais se prestariam a estimul -lo. - MISTIFICA ES COM PARTICIPA O DOS M DIUNS. Kardec lembra que nada se prestaria melhor ao charlatanismo do que explorar os esp ritos com a inteno de obter informaes sobre questes materiais. Seria tolice supor que os Esp ritos estivessem s ordens para satisfazer nossa curiosidade mesquinha. conhecida a averso que tm os Esp ritos de certa evolu o para com tudo que demonstre cobi a e ego smo. Eles nunca se prestariam ao papel de comparsas dos interesseiros. Todavia, existem Esp ritos levianos, menos escrupulosos, que buscam ocasio de se divertirem custa dos encarnados. H m diuns interesseiros, que nem sempre exigem remunera o financeira, mas cujo objetivo est em ambi es as mais variadas, desde as d divas materiais at a proeminncia social. Os Esp ritos zombeteiros deles podem tirar partido, embalando-lhes as iluses. Substituem os Esp ritos bons, que se afastam, ao perceberem as m s inten es. O ego smo um dos piores defeitos e os esp ritos evolu dos jamais se prestariam a estimul -lo.
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  • CONTRADI ES. Os ensinos dos Esp ritos s vezes apresentam divergncias e at contradi es. Tais diferen as podem ser devidas aos homens ou aos Esp ritos comunicantes. As contradi es devidas aos homens so consequncias dos ambientes em que vivemos e da educa o que recebemos. Crescemos dentro de certos conceitos, recebemos uma cultura que se sedimentou em cada povo. Como os Esp ritos so atra dos segundo suas afinidades, no de se estranhar que partilhem das id ias comuns no ambiente e que divergem das id ias de outros povos. Al m disso, os Esp ritos superiores, respons veis pela orienta o dos outros, nunca violentam sua personalidade, impondo-lhes id ias corretas. CONTRADI ES. Os ensinos dos Esp ritos s vezes apresentam divergncias e at contradi es. Tais diferen as podem ser devidas aos homens ou aos Esp ritos comunicantes. As contradi es devidas aos homens so consequncias dos ambientes em que vivemos e da educa o que recebemos. Crescemos dentro de certos conceitos, recebemos uma cultura que se sedimentou em cada povo. Como os Esp ritos so atra dos segundo suas afinidades, no de se estranhar que partilhem das id ias comuns no ambiente e que divergem das id ias de outros povos. Al m disso, os Esp ritos superiores, respons veis pela orienta o dos outros, nunca violentam sua personalidade, impondo-lhes id ias corretas.
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  • O processo educativo, no plano extraterreno como no f sico, tem de ser lento e gradual. As contradi es devidas aos Esp ritos decorrem, pura e simplesmente, do seu grau de adiantamento e da forma pela qual interpretam os fatos. "As contradi es de origem espiritual tm por causa a diversidade natural das inteligncias, dos conhecimentos, da capacidade de julgar e da moralidade de certos Esp ritos que ainda no esto aptos a tudo conhecerem e compreenderem Livro dos M diuns - item 299 O processo educativo, no plano extraterreno como no f sico, tem de ser lento e gradual. As contradi es devidas aos Esp ritos decorrem, pura e simplesmente, do seu grau de adiantamento e da forma pela qual interpretam os fatos. "As contradi es de origem espiritual tm por causa a diversidade natural das inteligncias, dos conhecimentos, da capacidade de julgar e da moralidade de certos Esp ritos que ainda no esto aptos a tudo conhecerem e compreenderem Livro dos M diuns - item 299 Riscos da Mediunidade
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  • Abusos no exerccio da mediunidade. A mediunidade e seu exerccio exige comportamento dentro dos princpios cristos e estudo permanente. Todo exerccio medinico fora dessas normas de conduta deve ser considerado como abuso: praticar a qualquer hora e em qualquer lugar; acreditar-se um missionrio, aceitar vantagens monetrias ou de outra natureza; tudo isso abuso e deve ser combatido. Abusos no exerccio da mediunidade. A mediunidade e seu exerccio exige comportamento dentro dos princpios cristos e estudo permanente. Todo exerccio medinico fora dessas normas de conduta deve ser considerado como abuso: praticar a qualquer hora e em qualquer lugar; acreditar-se um missionrio, aceitar vantagens monetrias ou de outra natureza; tudo isso abuso e deve ser combatido.
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  • Todos possuimos 03 corpos em evidncia, que agem em conjunto: corpo, mente e espirito devem trabalhar harmoniosamente para um devido fim, dentro da mesma frequncia, conscincia e inteno. De nada adianta despertar e promover a mediunidade e a espiritualidade do mdium, se o corpo e a mente no forem antes cuidados, para acompanharem o fluxo na mesma vibrao do espirito. Somente assim, se torna possivel, praticar a bno da mediunidade da forma correta, sem correr riscos, e levar conscincia, amor e paz queles que dela necessitam. Todos possuimos 03 corpos em evidncia, que agem em conjunto: corpo, mente e espirito devem trabalhar harmoniosamente para um devido fim, dentro da mesma frequncia, conscincia e inteno. De nada adianta despertar e promover a mediunidade e a espiritualidade do mdium, se o corpo e a mente no forem antes cuidados, para acompanharem o fluxo na mesma vibrao do espirito. Somente assim, se torna possivel, praticar a bno da mediunidade da forma correta, sem correr riscos, e levar conscincia, amor e paz queles que dela necessitam.
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  • PERIGOS E INCONVENIENTES, PERDA E SUSPENSO DA FACULDADE MEDINICA
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  • PERIGOS E INCONVENIENTES DA FACULDADE MEDINICA H necessidade de precauo em toda prtica ou experimentao que se faa. Nenhum progresso, avano, descoberta se alcana sem esforo, sem sacrifcios e sem certos riscos. As dificuldades da experimentao medinica esto em proporo com o desconhecimento dos mecanismos que regem os fenmenos, desconhecimento este que estmula a criao de crendices. H necessidade de precauo em toda prtica ou experimentao que se faa. Nenhum progresso, avano, descoberta se alcana sem esforo, sem sacrifcios e sem certos riscos. As dificuldades da experimentao medinica esto em proporo com o desconhecimento dos mecanismos que regem os fenmenos, desconhecimento este que estmula a criao de crendices.
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  • Mediunidade e Estados Petolgicos "Poderia a mediunidade produzir a loucura? R. No mais do que qualquer outra coisa, desde que no haja pr-disposio. A mediunidade no produzir a loucura, quando esta j no exista em grmen... (LM-capXVIII)
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  • Pesquisas no campo da Parapsicologia j evidenciaram o fato aceito e trazido pelo Espiritismo h mais de 150 anos: "Os fenmenos paranormais no so patolgicos" [Robert Amadou - Parapsicologia, VI parte, Cap. IV, n 5]; "At hoje nada indicou qualquer elo especial entre funes psicopatolgicas e parapsicolgicas" [J.B. Rhine, Fenmenos e Psiquiatria, pg 40]. Pesquisas no campo da Parapsicologia j evidenciaram o fato aceito e trazido pelo Espiritismo h mais de 150 anos: "Os fenmenos paranormais no so patolgicos" [Robert Amadou - Parapsicologia, VI parte, Cap. IV, n 5]; "At hoje nada indicou qualquer elo especial entre funes psicopatolgicas e parapsicolgicas" [J.B. Rhine, Fenmenos e Psiquiatria, pg 40].
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  • O que se observa na prtica a existncia de inmeros casos, que so rotulados como doena mental e que nada mais que simples perturbao espiritual, que tratada convenientemente, cede por completo. A mediunidade no encarada como merecedora de cuidados especiais, gera obsesses de curto, mdio e longo prazo, que somente um tratamento adequado poder resolver. Assim, nem todos os que apresentam sintomas de desequilbrio psquico devem ser encarados como mdiuns em potencial, pelo contrrio, no se deve estimular o exerccio medinico nas pessoas de caracteres impressionveis, a fim de evitar conseqncias desagradveis. O que se observa na prtica a existncia de inmeros casos, que so rotulados como doena mental e que nada mais que simples perturbao espiritual, que tratada convenientemente, cede por completo. A mediunidade no encarada como merecedora de cuidados especiais, gera obsesses de curto, mdio e longo prazo, que somente um tratamento adequado poder resolver. Assim, nem todos os que apresentam sintomas de desequilbrio psquico devem ser encarados como mdiuns em potencial, pelo contrrio, no se deve estimular o exerccio medinico nas pessoas de caracteres impressionveis, a fim de evitar conseqncias desagradveis.
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  • Mediunidade na Infncia Outro perigo e inconveniente da mediunidade estimul-la nas crianas. Aquelas crianas que manifestarem espontaneamente a faculdade, devem ser cercada de cuidados especiais, procurando, por todos os meios, evitar seu incentivo, buscando instru-las e formar sua personalidade. Somente depois que elas venham a amadurecer orgnica e psicologicamente que se deve orientar o seu desenvolvimento medinico.
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  • "Haver inconveniente em desenvolver-se a mediunidade nas crianas? R. Certamente e sustento mesmo que muito perigoso, pois que esses organismos dbeis e delicados sofreriam por essa forma grandes abalos. "Haver inconveniente em desenvolver-se a mediunidade nas crianas? R. Certamente e sustento mesmo que muito perigoso, pois que esses organismos dbeis e delicados sofreriam por essa forma grandes abalos. (Leon Denis - No Invisvel, Cap. XXII )
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  • PERDA E SUSPENSO DA FACULDADE MEDINICA No caso de no mais funcionar a faculdade medinica, isto jamais se deve ao fato do mdium ter encerrado a sua misso, porque toda misso encerrada com sucesso prenncio de nova tarefa e assim, sucessivamente. O que ocorre nestes caso a perda por abuso da mediunidade ou por doena grave. No caso de no mais funcionar a faculdade medinica, isto jamais se deve ao fato do mdium ter encerrado a sua misso, porque toda misso encerrada com sucesso prenncio de nova tarefa e assim, sucessivamente. O que ocorre nestes caso a perda por abuso da mediunidade ou por doena grave.
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  • "As almas elevadas sabem mediante seus conselhos, preservar-nos dos abusos, dos perigos, e nos guiar pelo caminho da sabedoria; mas sua proteo ser ineficaz, se por nossa parte no fizermos esforos para nos melhorarmos. destino do homem desenvolver suas foras, edificar ele prprio sua inteligncia e sua conscincia. preciso que saibamos atingir um estado moral que nos ponha ao abrigo de toda agresso das individualidades inferiores. Sem isso, a presena de nossos guias ser impotente para nos salvaguardar. (Leon Denis - No Invisvel, Cap. XXII) "As almas elevadas sabem mediante seus conselhos, preservar-nos dos abusos, dos perigos, e nos guiar pelo caminho da sabedoria; mas sua proteo ser ineficaz, se por nossa parte no fizermos esforos para nos melhorarmos. destino do homem desenvolver suas foras, edificar ele prprio sua inteligncia e sua conscincia. preciso que saibamos atingir um estado moral que nos ponha ao abrigo de toda agresso das individualidades inferiores. Sem isso, a presena de nossos guias ser impotente para nos salvaguardar. (Leon Denis - No Invisvel, Cap. XXII)
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  • Bibliografia Livro dos Mdiuns - Allan Kardec No Invisvel - Lon Denis Mdiuns e Mediunidades - Vianna de Carvalho/Divaldo Franco Livro dos Mdiuns - Allan Kardec No Invisvel - Lon Denis Mdiuns e Mediunidades - Vianna de Carvalho/Divaldo Franco Sugesto de leitura: http://www.ipepe.com.br/mentais.html Mediunidade e distrbios mentais na viso de um mdico esprita. Bezerra de Menezes, A Loucura Sob Um Novo Prisma e Manoel Philomeno, desenvolvendo as idias de Bezerra, em Loucura e Obsesso.
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