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Estudo e Prática da Mediunidade Módulo III Roteiro 6 Fundamentação Espírita: Mediunidade. Obsessão. Desobsessão Desobsessão
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Estudo e Prática da Mediunidade Módulo III Roteiro 6 Fundamentação Espírita: Mediunidade. Obsessão. Desobsessão Desobsessão.

Apr 18, 2015

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  • Estudo e Prtica da Mediunidade Mdulo III Roteiro 6 Fundamentao Esprita: Mediunidade. Obsesso. Desobsesso Desobsesso
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  • Desobsesso, em sentido amplo, o processo de regenerao da Humanidade. o ser humano desvinculando-se do passado sombrio e vencendo a si mesmo. Em sentido restrito, o tratamento das obsesses, orientado pela Doutrina Esprita. (16) Trata-se de (...) um processo de libertao, tanto para o algoz (obsessor) quanto para sua vitima (obsidiado). (18) Deve ser entendida, ainda, como (...) remdio moral especifico, arejando os caminhos mentais em que nos cabe agir, imunizando-nos contra os perigos da alienao e estabelecendo vantagens ocultas em ns, para ns e em torno de ns, numa extenso que, por enquanto, no somos capazes de calcular. Atravs dela, desaparecem doenas fantasmas, empeos obscuros, insucessos, alm de obtermos com o seu apoio espiritual mais amplos horizontes ao entendimento da vida e recursos morais inapreciveis para agir, diante do prximo, com desapego e compreenso. (28)(16) (18) (28)
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  • 1. Preveno das Obsesses importante considerar que em todo processo patolgico, seja do corpo fsico ou da alma, a preveno, ou profilaxia, a base de uma vida sadia. Profilaxia o conjunto de medidas preventivas que evitam o aparecimento de doenas. No caso da obsesso sendo esta doena da alma a profilaxia de vital importncia. (17) A preveno de qualquer mal se faz pela prtica do bem.(17) Sendo assim, o (...) verdadeiro homem de bem o que cumpre a lei de justia, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a conscincia sobre os seus prprios atos, a sim mesmo perguntar se violou essa lei, se no praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasio de ser til, se ningum tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem.
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  • Deposita f em Deus, na sua bondade, na Sua justia e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua permisso nada acontece e se Lhe submete vontade em todas as coisas. (...) Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepes so provas ou expiaes e as aceita sem murmurar. Possudo do sentimento de caridade e de amor ao prximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre, seus interesses justia. Encontra satisfao nos benefcios que espalha, nos servios que presta, no fazer ditosos os outros, nas lgrimas que enxuga, nas consolaes para com todos, sem distino de raas, nem de crenas, porque em todos os homens v irmos seus (...). Em todas as circunstancias, toma por guia a caridade (...). No alimenta dio, nem rancor, nem desejo de vingana; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e s dos benefcios se lembra, por saber que perdoado lhe ser conforme houver perdoado. (2) Estuda suas prprias imperfeies e trabalha incessantemente em combat-las. Todos os esforos emprega para poder dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na vspera. (3)(2) (3)
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  • 2. Tratamento das Obsesses Tratamento difere de preveno. Deve ser entendido como aplicao de medidas teraputicas; terapia. (5) Tratamento pressupe doao de medidas para combater uma doena em curso. A doutrina que estuda as obsesses, as suas causas preponderantes e predisponentes O Espiritismo possui recursos excepcionais capazes de vencer essa epidemia cruel que, generalizada, invade hoje todos os seus pontos. So eles: o conhecimento das leis da reencarnao, haurido no Evangelho de Jesus Cristo, e nas revelaes espritas, a orao e a humildade, a pacincia e a resignao mediante os quais elabora pela iluminao interior a prtica da caridade em todas as expresses meios enobrecedores capazes de poupar o homem das sortidas do seu pretrito culposo, no qual se encontram as causas da sua aflio, retidas nas mos infelizes dos Espritos desavisados e perversos que pululam nas regies inferiores da Erraticidade. (15)(5) (15)
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  • fundamental, na analise desse processo, compreender o papel que obsidiado e obsessor desempenham. Eis algumas caractersticas importantes, a serem observadas com relao ao obsidiado: a) Todo obsidiado um mdium em desequilbrio, por ser uma pessoa enferma. Por isto mesmo, constitui, em todas as circunstncias, um caso especial, exigindo muita ateno, prudncia e carinho. (29) (29) b) O obsidiado o principal responsvel pela sua cura, a despeito do auxilio recebido. O obsidiado, alm de enfermo, representante de outros enfermos, quase sempre tambm uma criatura repleta de torturantes problemas espirituais.
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  • Se lhe falta vontade firme para a auto educao, para a disciplina de si mesma, quase certo que prolongar sua condio dolorosa alm da morte. Que acontece a um homem indiferente ao governo do prprio lar? Indubitavelmente ser assediado por mil e uma questes, no curso de cada dia, e acabar vencido, convertendo-se em joguete das circunstncias. Imagine agora que esse homem indiferente esteja cercado de inimigos que ele mesmo criou, adversrios que lhe espreitam os menores gestos, tomados de sinistros propsitos, na maioria das vezes... Se no desperta para as realidades da situao, empunhando as armas da resistncia e valendo-se do auxilio exterior que lhe prestado pelos amigos, razovel que permanea esmagado. (...) Em todos os acontecimentos dessa espcie, porm, no se pode prescindir da adeso dos interessados diretos na cura.
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  • Se o obsidiado est satisfeito na posio de desequilbrio, h que esperar o trmino de sua cegueira, a reduo da rebeldia que lhe prpria ou o afastamento da ignorncia que lhe oculta a compreenso da verdade. Ante obstculos dessa natureza, embora sejamos chamados com fervor por aqueles que amam particularmente os enfermos, nada podemos fazer, seno semear o bem para a colheita do futuro, sem qualquer expectativa de proveito imediato. (30)(30) Em relao ao obsessor, devemos compreender que se trata de um (...) ser que pensa e age movido por uma razo que lhe parece justa. (...) O principal mister deve ser o de concentrar no enfermo desencarnado as atenes, tratando- o com bondade e respeito, mesmo que se no esteja de acordo com o que faz. Conquistar para ntima renovao o agente infeliz, porquanto toda ao m procede de quem no est bem, por mais escamoteie e disfarce os sentimento e o prprio estado(...).
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  • Evitar-se a discusso inoperante, forrado de humildade real, na qual transparea o interesse amoroso pelo bem-estar do outro, que terminar por envolver-se em ondas de confiana e harmonia, de que se beneficiar, mudando de atitude em relao aos propsitos mantidos at ento. (13)(13) O enfermo espiritual geralmente se comunica nas reunies medinicas por meio da psicofonia, forma de mediunidade mais objetiva e produtiva para estabelecimento de dilogo entre os dois planos da vida. Na manifestao dos enfermos espirituais de qualquer natureza, inclusive os obsessores, alguns detalhes merecem ser destacados: O manifestante apresenta sempre (...) as deficincias e angustias de que portador, exigindo a conjugao de bondade e segurana, humildade e vigilncia no companheiro que lhe dirige a palavra. (20)(20)
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  • (...) Natural venhamos a compreender no visitante dessa qualidade um doente, para quem cada frase precisa ser medicamento e balsamo. Claro que no ser possvel concordar com todas as exigncias que formule; no entanto, no justo reclamar-lhe entendimento normal de que se acha ainda talvez longe de possuir. (21)(21) Deve ser anulado (...) qualquer intento de discusso ou desafio com entidades comunicantes, dando mesmo razo, algumas vezes, aos Espritos infelizes e obsessores, reconhecendo que nem sempre a desobsesso real consiste em desfazer o processo obsessivo, de imediato, de vez que, em casos diversos, a separao de obsidiado e obsessor deve ser praticada lentamente (...). (22)(22)
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  • Quando a tentativa do dilogo revelar-se inoperante, deve ser praticada (...) a hipnose construtiva (...), no nimo dos Espritos sofredores comunicantes, quer usando a sonoterapia para entreg-los direo e ao tratamento dos instrutores espirituais presentes, efetuando a projeo de quadros mentais proveitosos aos esclarecimentos, improvisando idias providenciais do ponto de vista de reeducao, quer sugerindo a produo e ministrao de medicamento ou recursos de conteno em favor dos desencarnados que se mostrem menos acessveis enfermagem do grupo. (23)(23) A escolha do mdium que intermediar a manifestao do enfermo espiritual deve ficar a cargo dos orientadores espirituais, uma vez que conhecem o Esprito comunicante e as possibilida- des psquicas de cada mdium. Assim os esclarecedores encar- nados (...) no devem constranger os mdiuns psicofnicos a receberem os desencarnado presentes, repetindo ordens e sugestes nesse sentido, atentos ao preceito de espontaneidade, fator essencial ao xito do intercambio. (24)(24)
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  • A reunio medinica de atendimento a sofredores asse- melha-se psicoterapia: deve ser vista como tratamento em grupo. (25)psicoterapia Todo trabalho de esclarecimento com o desencarnado deve ser conduzido para a parte essencial do entendimento, que atingir o centro de interesse do Esprito preso a idias fixas, para que se lhe descongestione o campo mental. (25)(25) Os integrantes da reunio, sobretudo os mdiuns, deve- ro estar atentos aos problemas caractersticos dos Espri- tos sofredores manifestantes: os desorientados devido recm desencarnao os suicidas, os homicidas, os perse- guidores e vingadores implacveis; os que apresentam zoantropia, os vampirizadores, etc. (26) Desobsesso no se realiza sem a luz do raciocnio, mas no atinge os fins a que se prope, sem as fontes profundas do sentimento. (27)(26) (27)
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  • 3. O Trabalho Desobsessivo nos Grupos Medinicos Toda e qualquer tarefa, especialmente a que se destina ao socorro, exige equipe hbil adredemente preparada para o ministrio a que se dedica. (6) A equipe que se dedica desobsesso e tal ministrio somente credor de f, possuidor de valor, quando realizado em equipe que a seu turno se submete orientao das Equipes Espirituais Superiores, deve estribar-se numa srie incontroversa de itens, de cuja observncia decorrem os resultados da tarefa a desenvolver-se. (7) Estes itens so os seguintes:(6) (7) harmonia de conjunto, que se consegue pelo exerccio da cordialidade entre os diversos membros que se conhecem e se ajudam na esfera do cotidiano; elevao de propsitos, a cujo programa cada um se entrega, em regime de abnegao, (...) do que decorrem os resultados de natureza espiritual, moral e fsica dos encarnados e dos desencarnados em socorro; (7)
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  • conhecimento doutrinrio, que capacita os mdiuns e os doutrinadores, assistentes e participantes do grupo a uma perfeita identificao, mediante a qual se podem resolver os problemas e dificuldades que surgem, a cada instante, no exerccio das tarefas desobsessivas; concentrao, por meio de cujo comportamento se dilatam os registros dos instrumentos medinicos, facultando a sintonia com os comunicantes (...); conduta moral sadia, em cujas bases estejam insculpidas as instrues evanglicas (...); equilbrio interior dos mdiuns e doutrinadores, uma vez que, somente aqueles que se encontram com a sade equilibrada es- to capacitados para o trabalho em equipe. Pessoas nervosas, versteis, susceptveis, bem se depreende, so carentes de auxi- lio, no se encontrando habilitadas para mais altas realizaes, quais as que exigem recolhimento, pacincia, afetividade, clima de prece, em esfera de lucidez mental. No raro, em pleno servi-
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  • o de socorro aos desencarnados, soam alarmes solicitando atendimento aos membros da esfera fsica, que se desequilibram facilmente, deixando-se anestesiar pelo txicos do sono fisiol- gico ou pelas interferncias da hipnose espiritual inferior. (8)(8) No recomendvel permitir a participao do enfermo encarnado nas reunies medinicas, evitando o confrontamento com seu perseguidor, o que, por certo, lhe trar maiores transtornos. No entanto, se o obsidiado comparece subitamente reunio, sem aviso prvio, necessrio que o discernimento do conjunto funcione, ativo. Na maioria dos acontecimentos dessa ordem, o doente e os acompanhantes podem ser admitidos por momentos rpidos, na fase preparatria dos servios programados, recebendo passes e orientao para que se dirijam a rgos de assistncia ou doutrinao competentes. (...) Findo o socorro, breve, retirar-se- o do recinto. (19)(19)
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  • O obsidiado, de qualquer natureza, deve receber auxilio magntico espiritual do passe e da gua fluidificada. necessria a aplicao dos recursos fludicos, seja atravs do passe ou da gua fluidificada, da orao intercessria com que se vitalizem os ncleos geradores de foras. (13)(13) Solicitar a freqncia do irmo s reunies pblicas de estudo doutrinrio para iluminao da sua conscincia. Ouvindo essas explanaes, criar um clima adequado atuao dos benfeito- res espirituais, em beneficio prprio e no do seu perseguidor. Atender ao obsidiado em dia e hora previamente especificados para que, por meio do dialogo fraterno, ele seja esclarecido sobre a necessidade de educar-se luz do Evangelho. Insistir junto a ele com afabilidade, pela transformao moral criando em torno de si condies psquicas harmnicas, com o que se refar emocionalmente, estimulando-se a contribuir com a parte que lhe diz respeito. (13)
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  • Orient-lo a participar das atividades de assistncia social do Centro Esprita. Atra-lo a aes dignificantes e de beneficncia, com o que granjear simpatias e vibraes positivas, que o fortalecero, mudando o seu campo psquico. Estimular-lhe o habito da orao e da leitura edificante, ao mesmo tempo trabalhando-lhe o carter, que se deve tornar malevel ao bem e refratrio ao vicio. As mentes viciosas encharcam-se de vibries e parasitas extrava- gantes, dementados pelo desdobrar dos excessos perniciosos. (14) Em todos os casos de obsesso, a prece o mais poderoso meio de que se dispe para demover de seus propsitos malficos o obses- sor. Para (...) assegurar a libertao da vitima, indispensvel se torna que o Esprito perverso seja levado a renunciar aos seus maus desgnios; que se faa que o arrependimento desponto nele, assim como o desejo do bem (...). Pode-se ento ter a grata satisfao de libertar um encarnado e de convencer um Esprito imperfeito. O trabalho se torna mais fcil quando o obsidiado, compreendendo a sua situao, para ele concorre com a vontade e a prece. (1)(14)(1)
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  • A equipe de socorro espiritual do Centro Esprita deve avaliar se o obsidiado necessita ou no de trabalho profissional mdico ou psicolgico, concomitante ao atendimento esprita. Se a avaliao for favorvel, esta deve ser sugerida ao doente. Caso j exista atendimento mdico prvio, a equipe do Centro Esprita no deve alterar ou suprimir os medicamentos receitados, em nenhuma hiptese. Basicamente, este o trabalho desobsessivo esprita; no entanto, sabemos que as imperfeies morais do obsidiado constituem, freqentemente, um obstculo sua libertao. (4)(4)
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  • 4. A Famlia do Obsidiado Vinculados aos Espritos no agrupamento familiar pelas necessidades da evoluo em reajustamentos recprocos, no problema da obsesso, os que acompanham o paciente esto fortemente ligados ao fator predisponente, caso no hajam sido os responsveis pelo insucesso do passado, agora convocados cooperao no ajustamento de contas. (9) Por isso torna-se imprescindvel, nos processos de desobsesso, seja a famlia do paciente alertada para as responsabilidades que lhes dizem respeito, de modo a no transferir ao enfermo toda a culpa ou dele no se desejar libertar, como se a Sabedoria Celeste, ao convocar o calceta ao refazimento, estivesse laborando em erro, produzindo sofrimento naqueles que nada teriam a ver com a problemtica do que padece. Tudo muito sbio nos Cdigos Superiores da Vida. Ningum os desrespeitar impunemente. (10)(9) calceta(10) A famlia e os amigos do obsidiado podero colaborar, por exemplo, da seguinte forma:
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  • cercar o enfermo com manifestaes de carinho, ateno e amor; acompanh-lo durante o atendimento esprita e, se for o caso, durante o tratamento medico ou psicolgico; envolv-lo em vibraes harmnicas de prece; fazer o culto do Evangelho no Lar, favorecendo a participao do enfermo. O conhecimento da problemtica obsesso-desobsesso exige tempo, dedicao e estudo. Nem sempre conseguiremos resultados imediatos. Mister se faz confiar na Divina Providncia e insistir. (11) uma tarefa sacrificial que demanda pacincia e humildade como normativas disciplinantes. Considerando, pois, toda essa complexidade que a desobsesso envolve, devemos confiar na misericrdia de Jesus, lembrando que Ele no se imps a ningum. No pretendeu transformar ningum num s golpe. Semeou sua mensagem de amor, amando sem queixas e sem imposies de qualquer natureza, espalhando, atravs da renunciaro aos gozos terrenos, as bases da felicidade e da paz.(11)
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  • E diante dos obsidiados, amando perseguidos e perseguidores, lecionou misericrdia, libertando os obsessos dos seus obsessores, dizendo-lhes, porm, com segurana e sem qualquer retrica: No tornes a pecar, como a afirmar que a sade bem que nasce no corao e se expande estuante por toda a parte. (12)(12) Como a desobsesso um trabalho rduo, que exige dos dirigentes e da equipe devotada a este gnero de atividade no Centro Esprita muita pacincia e amor ao prximo, bem como conhecimento doutrinrio esprita e experincia no assunto, importante que alguns requisitos sejam destacados, a fim de que a tarefa produza bons frutos:
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  • dirigentes, mdiuns e colaboradores dessa tarefa devem ser pessoas experientes tanto quanto conhecedores e estudiosas da Doutrina Esprita; os responsveis diretos pelo trabalho da desobsesso devem conhecer o processo obsessivo e saber analis-lo com lucidez, para entenderem a trama em que obsessor e obsidiado esto envolvidos. importante que remontem s causas que geraram a obsesso; a famlia ou os amigos prximos do obsidiado devem ser envolvidos no processo de desobsesso; os responsveis por essa tarefa, aps analise cuidadosa do caso, podem sugerir atendimento mdico-psicolgico, concomitante desobsesso.
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  • Estudo e Prtica da Mediunidade Prtica III Roteiro 6 Harmonizao Psquica Autoconhecimento (IV) Construindo um mbile
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  • CalcetaCalceta Condenado a trabalhos forados. Escamoteia Que faz desaparecer, que faz levar sumio; que encobre com subterfgios. PsicoterapiaPsicoterapia Tratamento de qualquer molstia, especialmente de desajustes emotivos e transtornos mentais, por meios psicolgicos, isto , pela comunicao verbal ou no com os pacientes, em contraste com a teraputica baseada em meios fsicos ou medicamentos.
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  • Fontes de Consulta 1.KARDEC, Allan. A Gnese. Cap XIV, item 46KARDEC 2._______. O Evangelho segundo o Espiritismo, Cap XVII, item 3, p 272-273_______ 3._______, cap 274_______ 4._______. O Livro dos Mdiuns, Cap XXIII, item 252_______ 5.DICIONRIO MDICO BLAKISTON, p 1046DICIONRIO 6.FRANCO, Divaldo. Grilhes Partidos, p 13FRANCO 7._______, p 14_______ 8._______, p 15_______ 9._______, p 23_______, 10._______, p 24_______ 11._______. Lampadrio Esprita. Cap 19, p 83_______ 12._______, p 85-86_______ 13._______. Nas Fronteiras da Loucura, p 17_______Nas Fronteiras da Loucura 14._______, p 18_______ 15._______. Sementes de Vida Eterna, p 189_______ 16.SCHUBERT, Suely Caldas. Obsesso/Desobsesso, Cap 1SCHUBERT 17._______, Quarta parte, Cap 1_______
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  • 18. SCHUBERT, Suely Caldas. Testemunhos de Chico Xavier, item: LibertaoSCHUBERT 19. XAVIER, Francisco e VIEIRA, Waldo. Desobsesso, cap 23XAVIER 20._______, cap 32, p 125_______, 21._______, p 125-126_______, 22._______, Cap 33, p 129-130_______ 23._______, p 130_______ 24._______, cap 34, p 133_______ 25._______, p 134_______, 26._______, Cap 36, p 139_______ 27._______, p 140_______ 28._______, Cap 64, p 222_______, 29.XAVIER, Francisco. Missionrios da Luz. Cap 18, p 275XAVIER 30._______, p 379-380_______