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Estudo e Prática da Mediunidade Módulo I Roteiro 1 Fundamentação Espírita: Introdução ao Estudo da Mediunidade Espírito, matéria e fluidos
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Estudo e Prática da Mediunidade Módulo I Roteiro 1 Fundamentação Espírita: Introdução ao Estudo da Mediunidade Espírito, matéria e fluidos.

Apr 18, 2015

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  • Estudo e Prtica da Mediunidade Mdulo I Roteiro 1 Fundamentao Esprita: Introduo ao Estudo da Mediunidade Esprito, matria e fluidos
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  • Segundo O Livro dos Espritos, h dois elementos gerais no Universo: Esprito e matria e, acima de tudo Deus, o Criador, o Pai de todas as coisas. Deus, Esprito e matria constituem o princpio de tudo o que existe, a trindade universal. Mas, ao elemento material se tem que juntar o fluido universal, que desempenha o papel de intermedirio entre o Esprito e a matria propriamente dita, por demais grosseira para que o Esprito [desencarnado] possa exercer ao sobre ela. (11)(11)
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  • 1. Esprito Segundo a Doutrina Esprita, o Esprito o principio inteligente do Universo, que tem como atributo essencial a inteligncia. (9),(10) (9),(10) Os Espritos so a individualizao do prin- cipio inteligente, assim como os corpos so a individualizao do princpio material. So desconhecidos, porm, o modo e a poca em que essa formao se operou, mas a criao dos Espritos constante. (12),(13)(12),(13)
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  • Muitas pessoas pensam que os Espritos so seres vagos e indefinidos. No entanto, o Espiritismo nos explica que so seres humanos que vivem no plano espiritual, tendo como ns um veculo de manifestao, fludico e invisvel no estado normal, denominado perisprito. (18) Este veculo serve de molde para a elaborao do corpo fsico.(18)
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  • A existncia dos Espritos no tem fim, pois, a partir do momento em que fomos criados, viveremos eternamente. (14) Todo Esprito tem uma forma definida, com colorao e brilho especficos, conforme o seu grau evolutivo. (15) A matria no oferece obstculos ao Esprito, que passa atravs de tudo: ar, gua, terra, fogo, etc. Os Espritos no esto todos num mesmo plano evolutivo, pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeio que tenham alcanado. (17)(14) (15) (17)
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  • oportuno recordar que o Esprito, antes de atingir o estado de humanizao, com pensamento contnuo, individualidade dotada de razo, transitou pelos reinos de natureza onde, sob a forma de princpio espiritual (ou mnada), desenvolveu o aprendizado, lento e necessrio, para cumprir a sua destinao. A evoluo, nos dois planos da vida, ocorreu ao longo de milnios, permitindo que o princpio inteligente pudesse transitar, livremente, nos reinos da natureza e se transformar em individualidade espiritual, dotado de razo.
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  • Acredita-se que o princpio inteligente, sob ao dos Espritos Anglicos, originou os elementos precursores da vida no Planeta. Surgem, ento, as primeiras molculas que produziram aglomerados microscpicos, estveis e capazes de autoduplicar. A partir da organiza-se a vida mineral sob o impulso do princpio espiritual, determinando os traos futuros da vida orgnica, uma vez que, nos cristais, as molculas esto orientadas por uma ordenao geomtrica indicadora dos primeiros vestgios de reproduo, necessrios formao dos microrganismos celulares, dos vegetais e dos animais
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  • As reaes proporcionadas pelo princpio inteligente nas molculas primitivas resultaram na formao do protoplasma, estrutura essencial manifestao da vitalidade nos seres vivos. (19) O protoplasma, constitudo basicamente de protenas, sendo de natureza geleificada, favorece o surgimento dos vrus, considerados o campo primacial da existncia. (20) Os vrus, formados de uma capa de protena e de um cdigo gentico elementar, fornecem as bases para a organizao unicelular de outros microrganismos.(19) (20)
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  • Surgem, ento, as bactrias e as algas verde-azuladas. Consideradas ao primeiros microrganismos, formadas de clulas primitivas (procariotes), que, num passo evolutivo seguinte, deram condies para o surgimento de seres possuidores de organizao celular mais evoluda (seres eucariotes), uni e pluricelulares, tais como os microrganismos protozorios e fungos, as algas pluricelulares, os vegetais, os animais, inclusive o homem, de acordo com o esquema a seguir.
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  • Princpio inteligente ou mnada Formao de molculas primitivas Organizao dos minerais Formao do protoplasma Bactrias e Algas verde-azuladas Protozorios, fungos e algas pluricelulares; vegetais e animais HOMEM Vrus
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  • Fazendo uma breve anlise do processo evolutivo do ser humano, podemos identificar aquisies evolutivas que marcam a passagem do princpio inteligente nos reinos da natureza, nos planos fsico e espiritual. Os quadros, inseridos a seguir, nos fornecem melhor entendimento do assunto:
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  • Quadro 1: O Processo de Humanizao Ao do Princpio Inteligente Aquisio Evolutiva Resultante poca aproximada Reao entre os diversos gases da atmosfera primitiva Formao de minerais, cristais e rochas, resultante da atrao qumica, base para a formao da matria orgnica e do princpio de reproduo. 3,9 bilhes de anos Organizao de complexos moleculares nas guas mornas e salgadas necessria formao do protoplasma Ao nas molculas precursoras da vida (metano, amnia, hidrognio e vapor dgua), inaugurando os princpios de variedade qumica e a futura diferenciao dos seres na natureza 3,5 bilhes de anos
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  • Estabilidade e capacidade de autoduplicao dos complexos moleculares, devido organizao do protoplasma Surgimento dos vrus, marcando o nascimento do primeiro ser com vitalidade capaz de replicao. 3,0 bilhes de anos Modificaes significativas no protoplasma pela formao de clulas primitivas, contendo protenas especializadas (enzimas), capazes de realizar funes especficas Aparecimento das bactrias e das algas verde-azuladas (seres celulares procariotes), marcando a formao do primeiro ser vivo celular e o incio de funes elementares de digesto, reproduo, respirao, excreo e motilidade. Incio do sentido de morte e da vida 2,5 bilhes de anos
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  • Evoluo da clula procariotes, para clula eucaritica, contendo ncleo organizado e estruturas (organelas) especializadas no citoplasma (primrdios dos rgos e sistemas). Aparecimento dos seres eucariotes, marcando o desenvolvimento de funes complexas, que sero realizadas por rgos especficos nos seres mais evoludos; delineamento das primeiras morfologias, encontradas nas plantas e nos animais. 2,0 bilhes de anos para os primeiros eucariotes e 1,0 bilho de anos para os primeiros animais. Diferenciao significativa dos animais e plantas e formao de reinos, classes, famlias e espcies, devido similitude ancestral. Surgimento de formas perispirituais primitivas Surgimento de diversos grupos de animais vertebrados dentro e fora da gua, e de plantas. Nascimento dos rpteis, insetos e aves. As funes nutrio, respirao, circulao sangunea e linftica, reproduo... De 600 a 65 milhes de anos, sendo que os primatas surgem no final desse perodo.
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  • Excreo, secreo glandular (hormnios) e estmulo neural (sistema nervoso) passam a ser executadas por rgos especficos. A constituio do sangue humano resulta de substituio de uma molcula de cobre existente no sistema circulatrio dos insetos por uma de ferro, e da associao desta molcula a uma protena (globina). O pensamento dos animais, mesmo que mamferos, descontnuo
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  • Desenvolvimento de funes neurolgicas e endcrinas, cada vez mais complexas em seres humanizados (homindeos). Organizao mais complexa do perisprito. Aparecimento das faixas inaugurais da razo, pela manifestao do pensamento contnuo e pela capacidade racional de saber escolher (livre arbtrio); o instinto marcante nessa fase devido aos automatismos ancestrais, direcionados para a preservao da espcie. A memria acionada para favorecer o raciocnio e o aprendizado. Desenvolvimento acentuado das emoes e dos sentimentos com percepes primitivas de Deus, de si mesmo (do eu) e do outro (o indivduo diferente do eu). Verticalizao da coluna Primeiros ancestrais do Homem (australopitecos): 3.800 milhares de anos Homo habilis: 1.800 milhares de anos Homo erectus: 1.500 milhares de anos Homo sapiens (homem de Neandertal e Cromagnon): 200 milhoes de anos
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  • Vertebral, aumento das circunvolues cerebrais e aquisio de funes especiais em nvel do crtex do crebro. A evoluo humana ocorre, de forma sistemtica, nos planos fsicos e espiritual, marcando as distancias evolutivas existentes entre os primatas mais evoludos e o homem. Homo sapiens, sapiens da atualidade
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  • Quadro 2: A Evoluo Humana DEUS SEMENTES DA VIDA MATRIA INORGANICA PROTOPLASMA SURGIMENTO DOS VRUS BACTRIAS E ALGAS VERDE-AZULADAS PROTOZORIOS, FUNGOS E ALGAS PLURICELULARES SURGIMENTO DE PLANTAS, DE ANIMAIS AQUTICOS E TER- RESTRES ANIMAIS SUPERIORES HOMEM Criador Supremo, fornece a vida. Semeadura do principio da vida no nosso planeta, pelos Espritos Anglicos. Agregaes, macromoleculares, precursoras do protoplasma Formao de protenas, base da organizao celular Primeiro ser com vitalidade Primeiros seres vivos formados de clulas primitivas (procariotes) reproduo assexuada. Primeiros seres vivos formados de cdulas mais evoludas (eucariotes) incio da reproduo sexual, funes celulares complexas e elaborao das futuras morfologias corporais Aquisio de funes superiores, realizadas por rgos especficos. Aparecimento do sangue Pensamento descontnuo, instinto pronunciado, desenvolvimento das emoes. Faixas inaugurais da razo, pela manifestao do pensamento contnuo; capacidade para escolher, memorizar, aprender, sentir e perceber (Deus, a si mesmo e o outro) Ao do Princpio Inteligente, em ambos os planos da vida, sob a superviso de Espritos Anglicos
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  • 2. Matria O Esprito para atuar, para agir, precisa de matria, mesmo que seja sob a forma de energia. Matria o lao que prende o Esprito; o instrumento de que este se serve e sobre o qual, ao mesmo tempo, exerce sua ao. Desse ponto de vista, pode-se dizer que a matria o agente, o intermedirio com o auxilio do qual e sobre o qual atua o Esprito. (8)(8)
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  • Este conceito precisa ser devidamente entendido, porque a concepo que temos de matria est fortemente relacionada com aquilo que os nossos sentidos corporais captam. No entanto, os Espritos desencarnados, a despeito de no possurem corpo fsico, esto rodeados por matria e atuam sobre ela. Trata-se de uma matria cujas molculas vibram em outra dimenso.
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  • Mesmo no mundo fsico observamos que h grande dessemelhana, sob os aspectos da solidez, da compressibilidade, do peso e das mltiplas propriedades dos corpos, entre os gazes atmosfricos e um filete de ouro, entre a molcula aquosa da nuvem e a do mineral que forma a carcaa ssea do globo! Que diversidade entre o tecido qumico das variadas plantas que adornam o reino vegetal e o dos representantes no menos numerosos da animalidade na Terra!
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  • Entretanto, podemos estabelecer como princpio absoluto que todas as substancias, conhecidas e desconhecidas, por mais dessemelhantes que paream, quer do ponto de vista da constituio ntima, quer pelo prisma de suas aes recprocas, so, de fato, apenas modos diversos sob que a matria se apresenta; variedades em que ela se transforma sob a direo das foras inumerveis que a governam. (1)(1)
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  • A Doutrina Esprita nos esclarece que toda criao tem origem no fluido csmico, que podemos entender como sendo o plasma divino, hausto do Criador ou fora nervosa do Todo-Sbio. (20) A partir das modificaes ocorridas no fluido csmico que surgem os corpos, substncias e outras matrias existentes, tendo como origem uma matria primitiva, tambm chamada de ter, cosmos, matria csmica ou matria csmica primitiva. (2),(3)(20) (2),(3)
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  • Nessa substancia original, ao influxo do prprio Senhor Supremo, operam as inteligncias Divinas a Ele agregadas, em processo de comunho indescritvel(...) extraindo desse hlito espiritual os celeiros de energia com que constroem os sistemas da imensidade, em servio de Co-criao em plano maior, de conformidade com os desgnios do Todo-Misericordioso, que faz deles agentes orientadores da Criao Excelsa.
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  • Essas inteligncias Gloriosas tomam o plasma divino e convertem-no em habitaes csmicas, de mltiplas expresses, radiantes ou obscuras, gaseificadas ou slidas, obedecendo a leis predeterminadas, quais moradias que perduram por milnios e milnios, mas que se desgastam e se transformam, por fim, de vez que o Esprito Criado pode formar ou co-criar, mas s Deus o Criador de Toda a Eternidade. (20)
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  • Em anlogo alicerce, as inteligncias humanas que ombreiam conosco utilizam o mesmo fluido csmico, em permanente circulao no Universo, para a Co-criao em plano menor, assimilando os corpsculos da matria com a energia espiritual que lhes prpria, formando assim o veculo fisiopsicossomtico em que se exprimem ou cunhando as civilizaes que abrangem no mundo a Humanidade Encarnada e a Humanidade Desencarnada.
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  • Dentro das mesmas bases, plasmam tambm os lugares entenebrecidos pela purgao infernal, gerados pelas mentes desequilibradas ou criminosas, nos crculos inferiores e abismais, e que valem por aglutinaes de durao breve, no microcosmo em que estagiam, sob o mesmo princpio de comando mental com que as inteligncias Maiores modelam as edificaes macrocsmicas, que desafiam a passagem dos milnios.
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  • 3. Fluidos H um fluido etreo que enche o espao e penetra os corpos. Esse fluido o ter ou matria csmica primitiva, geradora do mundo e dos seres. So-lhe inerentes as foras que presidiram s metamorfoses da matria, as leis imutveis e necessrias que regem o mundo. Essas mltiplas foras, indefinidamente variadas segundo as combinaes da matria, localizadas segundo as massas, diversificadas em seus modos de ao, segundo as circunstancias
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  • e os meios, so conhecidas na Terra sob os nomes de gravidade, coeso, afinidade, atrao, magnetismo, eletricidade. (3) Essas foras produzem, em conseqncia, movimentos vibratrios e ondulantes denominados energia, que se expressa sob forma radiante, luminosa, calorfica, sonora ou eletromagntica.(3)
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  • Assim como s h uma substancia simples, primitiva, geradora de todos os corpos, mas diversificada em suas combinaes, tambm todas essas foras dependem de uma lei universal diversificada em seus efeitos e que, pelos desgnios eternos, foi soberanamente imposta criao, para lhe imprimir harmonia e estabilidade. (4)(4)
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  • O fluido csmico universal, como princpio elementar do Universo, assume dois estados distintos: a)O de eterizao ou imponderabilidade [que no se pode pesar], considerando o primitivo estado normal; (5)(5) b)O de materializao ou ponderabilidade [que tem peso], que , de certa maneira, consecutivo quele. O pondo intermdio o da transformao do fluido em matria tangvel. Mas ainda a, no h transio
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  • O fluido universal, embora de certo ponto de vista seja lcito classific-lo como elemento material, se distingue deste por propriedades especiais. Se o fluido universal fosse positivamente matria, razo no haveria para que tambm o Esprito no o fosse. Est colocado entre o Esprito e a matria; fluido, como a matria matria e suscetvel, pelas suas inumerveis combinaes com esta e sob a ao do Esprito, de produzir a infinita variedade das coisas(...) (11)(11)
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  • brusca porquanto podem considerar-se os nossos fluidos imponderveis como termo mdio entre os dois estados. (6)(6) Cada um desses dois estados d lugar, naturalmente, a fenmenos especiais: ao segundo [fluidos ponderveis] pertencem os do mundo visvel [fsico] e ao primeiro [fluidos imponderveis], os do mundo invisvel [espiritual]. Uns, os chamados fenmenos materiais, so da alada da Cincia, propriamente dita, os outros, qualificados de fenmenos espirituais ou
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  • psquicos, porque se ligam de modo espe- cial existncia dos Espritos, cabem nas atribuies do Espiritismo. Como, porm, a vida espiritual e a vida corporal se acham incessantemente em contato, os fenmenos das duas categorias muitas vezes se pro- duzem simultaneamente. No estado de encarnao, o homem somente pode perce- ber os fenmenos psquicos que se prendem vida corprea; os do domnio espiritual escapam aos sentidos materiais e s podem ser percebidos no estado de Esprito. (6)
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  • Finalmente, importante assinalar que, no estado de eterizao [imponderabilidade], o fluido csmico no uniforme; sem deixar de ser etreo, sofre modificaes to va- riadas em gnero e mais numerosas talvez do que no estado de matria tangvel. Essas modificaes constituem fluidos distintos que, embora procedentes do ms- mo princpio, so dotados de propriedades especiais e do lugar aos fenmenos peculiares ao mundo invisvel. (7)(7)
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  • Dentro da relatividade de tudo, esses fluidos tem para os Espritos, que tambm so fludicos, uma aparncia to material, quanto a dos objetos tangveis para os encarnados e so, para eles, o que so para ns as substancias do mundo terrestre. Eles os elaboram e combinam para produzirem determinados efeitos, como fazem os homens com seus materiais, ainda que por processos diferentes. (7)
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  • Concluindo, destacamos que o conhecimento da origem e da natureza do Esprito, do papel do perisprito, bem como das leis que regem a matria e os fluidos, de fundamental importncia para a prtica medinica. que o mdium, melhor entendendo os mecanismos da mediunidade, os fenmenos anmicos, as aes fludicas e as influencias obsessivas estar em condies de realizar com segurana a sua tarefa.
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  • Estudo e Prtica da Mediunidade Prtica I Roteiro 1 Exerccios sobre prece A prece do publicano e do fariseu
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  • Tambm disse esta parbola a alguns que punham confiana em si mesmos, como sendo justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu, publicano o outro. O fariseu, conservando-se de p, orava assim, consigo mesmo: Meu Deus, rendo-vos graas por no ser como os outros homens, que so ladres, injustos e adlteros, nem mesmo como este publicano. Jejuo duas vezes na semana; dou o dzimo de tudo o que possuo. O publicano, ao contrrio, conservando-se afastado, no ousara, sequer, erguer os olhos ao cu; mas, batia no peito, dizendo: Meu Deus, tem piedade de mim, que sou pecador. Declaro-vos que este voltou para a sua casa, justificado, e o outro no; porquanto, aquele que se eleva ser rebaixado e aquele que se humilha ser elevado.
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  • Fontes de Consulta 1.KARDEC, Allan. A Gnese. Cap VI, item 3KARDEC 2._____. Item 7_____ 3._____, item 10, p 111_____ 4._____, item 10, p 111-112_____ 5._____, item 17_____ 6._____, cap XIV, item 2_____ 7._____, item 3_____ 8._____,O Livro dos Espritos, questo 22_____ 9._____, questo 23_____ 10._____, questo 24_____ 11._____, questo 27_____ 12._____, questo 78_____ 13._____, questo 79_____ 14._____, questo 83_____ 15._____, questo 8_____
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  • 16. _____, questo 91 17. _____, questo 96_____ 18. _____. O que o Espiritismo. Cap II, item 8_____ 19. DELANNE, Gabriel. A Evoluo Anmica. Segunda Parte. Cap IVDELANNE 20. XAVIER Francisco Candido & VIEIRA, Waldo. Evoluo em Dois Mundos. Primeira Parte, Cap IXAVIERVIEIRA