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Apostila paSoldado Cidadão

Nov 08, 2015

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mauricio

Soldado Cidadão

FIEMT

PredialTarefas e Operaes para Instalaes Eltricas em Edifcios

1- Seccionar condutor

2- Decapar condutor

3- Emendar condutor tipo cabo, em derivao.

4- Emendar condutor tipo cabo em prosseguimento

5- Emendar condutor tipo cabo, rabo de rato.

6- Emendar condutor tipo fio, em derivao.

7- Emendar condutor tipo fio, em prosseguimento.

8- Emendar condutor tipo fio, rabo de rato.

9- Emendar condutor tipo fio, com cabo, em derivao

10- Soldar com soldador eltrico.

11- Soldar com exotrmica.

12- Emendar condutores com conector tipo sindal

13- Isolar emendas, com fita isolante comum.

14- Isolar emendas, com fita isolante autofuso

15- Fazer olhal em condutor tipo fio

16- Fazer olhal em condutor tipo cabo

17- Serrar eletroduto de pvc

18- Abrir rosca em eletroduto de pvc

19- Furar com furadeira eltrica usando broca helicoidal

20- Furar com furadeira eltrica usando serra copo.

21- Montar rede de eletroduto com conduletes , (linha de encaixe)

22- Montar rede de canaleta, sistema X, com caixa 4x2

23- Fixar condutor sobre madeira com grampo isolado.

24- Fazer rede eltrica com roldana

25- Instalar tomada monofsica universal e tomada para micro computador

26- Instalar lmpada em rede de eletroduto com interruptor simples

27- Instalar luminria fluorescente partida rpida em rede de eletroduto

28- Instalar luminria fluorescente partida convencional em rede de eletroduto

29- Instalar lmpada incandescente em rede de eletroduto com regulador de luminosidade

30- Instalar lmpada incandescente em rede de eletroduto com temporizador

31- Instalar campainha ou cigarra em rede de eletroduto

32- Instalar duas lmpadas em rede de eletroduto com interruptor duplo

33- Instalar lmpada em rede de eletroduto comandada por interruptor conjugado com tomada

34- Instalar lmpada em rede de eletroduto comandada por interruptores paralelos

35- Instalar lmpada fluorescente compacta eletrnica em rede de eletroduto comandada por interruptores paralelos e dois intermedirios

36- Instalar lmpada comandada por rel fotoeltrico em rede de eletroduto

37- Instalar lmpada comandada por sensor de presena em rede de eletroduto

38- Ligar eletrobomba monofsica com bia eltrica de mercrio

39- Fazer fiao em quadro de distribuio com circuitos mono, bifsico, e trifsico

40- Acionar eletrobomba monofsica com chave guarda motor, controlada por chaves bias de contatos de mercrio.

41-Acionar motor eltrico trifsico com chave guarda motor, controlada por botoeiras

INSTALAES ELTRICAS

O uso da Eletricidade requer uma rede complexa de ligaes que comea no poste da concessionria e termina em soquetes e tomadas. Para que tudo isso funcione direito, necessrio um projeto eltrico, elaborado por profissional especializado. Desenvolvido a partir do projeto de arquitetura, ele define os pontos de luz e Eletricidade da edificao, de acordo com as necessidades de cada ambiente e considerando os aparelhos eletroeletrnicos a ser instalados, determinando o porte da instalao, estabelecendo circuitos e especificando os materiais a serem utilizados.

As Instalaes Eltricas consomem entre 12 a 17% do custo total da construo. Assim, importante que esse dinheiro seja bem empregado.

Os principais elementos utilizados so:

Poste de recepo - indispensvel para a entrada de energia na casa, ele deve atender s especificaes da concessionria. Pode ser produzido em ferro ou concreto. Os de ferro tm formato circular e so indicados para uma potncia mxima de 75 kW. J os de concreto no possuem limite de potncia e podem ser encontrados prontos ou concretados na prpria obra. Nesse caso, seu projeto deve ser aprovado pela concessionria. Para no haver riscos de energizar, o poste deve receber um isolante de porcelana (braquete), instalado no topo e ligado ao cabo que traz a energia do poste pblico. A ele tambm esto ligados os cabos que levam a energia do poste at a caixa de medio.

Caixa de medio - colocada do lado de fora da casa, ela dividida em duas partes. De um lado fica o medidor de consumo instalado pela concessionria e, paralelamente, o dispositivo de proteo - disjuntor ou chave seccionada acoplada a fusveis. Em caso de sobrecarga ou curto-circuito, o dispositivo interrompe a corrente eltrica. Para regies litorneas e midas a caixa deve ser produzida em fibra de vidro. Para as demais, os modelos metlicos no apresentam inconvenientes.

Quadro geral - os de metal ou fibra de vidro so melhores, devendo ser descartados aqueles produzidos em materiais combustveis, como, por exemplo, madeira. Nesse quadro, os circuitos que compem a instalao devem estar agrupados separadamente, conforme indica a Associao Brasileira de Normas Tcnicas (ABNT): um para iluminao, outro para tomadas em geral, mais um outro para tomadas de cozinha, alm de um circuito exclusivo para cada aparelho com potncia superior a 1.000W, como microondas, lava-louas e chuveiros, devido alta carga que possuem. Essa distribuio mais segura e tem um carter prtico: se alguma tomada sofrer pane, a iluminao do ambiente no ser comprometida, facilitando o conserto.

Fusveis e disjuntores - so essenciais para proteger a instalao contra sobrecargas ou curto-circuito. Os antigos e tradicionais fusveis contm um condutor metlico que se rompe (queima) quando a intensidade da corrente superior sua capacidade, de acordo com a instalao. Depois de queimado ele pode ser substitudo, mas, no caso de voltar a queimar, conveniente buscar um eletricista para descobrir a causa dessas contnuas interrupes de corrente. So fabricados em papelo resistente (tipo cartucho), cermica e resina, no havendo grandes diferenas quanto ao funcionamento. Os disjuntores atuam da mesma forma, mas tm a vantagem de no requerer substituio: eles desligam a corrente quando percebem alteraes e podem ser rearmados em seguida. So considerados mais prticos.

Diferencial Residual - trata-se de um dispositivo de segurana de uso recomendado pela ABNT e conhecido pela sigla DR. Trata-se de um disjuntor supersensvel s menores fugas de corrente, ocasionadas, por exemplo, por fios descascados ou por uma criana que introduza o dedo ou qualquer objeto numa tomada. De atuao imediata, ele interrompe a corrente assim que verifica anomalias. possvel instalar um nico DR na caixa de medio ou um para cada circuito terminal, no quadro geral.

Eletrodutos - condutes por onde correm os fios e cabos que formam a instalao. Podem ser encontrados em ferro, ao esmaltado ou galvanizado, ou ainda em PVC, o mais prtico. Quando necessria, a conexo desses tubos feita com peas apropriadas a cada uso: curvas para cantos de parede, luvas para linhas retas e buchas e arruelas no encontro com caixas de tomadas e interruptores.

Fios e cabos - so condutores de energia que se diferenciam apenas quanto forma e aplicao. O fio formado por um nico condutor, no flexvel e utilizado em instalaes retilneas ou quando existirem somente curvas suaves. O cabo constitudo por um conjunto de fios, isolados ou no entre si, prprios para instalaes com curvas acentuadas e para aparelhos eltricos em geral, devido sua grande flexibilidade. Tecnicamente eles so iguais, pois com a mesma bitola - rea condutora - tm idntica capacidade de conduo de energia. De acordo com as normas da ABNT, seu revestimento, geralmente em PVC, deve ser isolante e antichama, o que identificado pela sigla BWF impressa em toda a sua extenso. O condutor deve ser em cobre ou alumnio, sempre da mais alta pureza, facilitando a passagem de energia e evitando perdas. A corrente a ser transportada que determina a bitola necessria. Ela varia de 16 e 50mm no percurso entre os quadros de entrada e distribuio e cai para reas condutoras de 2,5 a 6,0 mm, quando destinada a atender equipamentos de 110 ou 220V.

Conectores - para unir fios e cabos existem trs opes: a tradicional fita isolante que deve ser, de alta qualidade; os pequenos conectores em plstico por fora e metal internamente que seguram os fios por meio de presso; ou ainda os conectores maiores, em formato de cubo ou barra, produzidos em plsticos ABS, cermica ou polietileno, que seguram os fios atravs de pequenos parafusos.

Tomadas, interruptores e outros pontos - a partir do quadro de distribuio, os fios ou cabos so conduzidos a diversos pontos da casa, chegando at soquetes, interruptores ou tomadas. Quanto aos soquetes para lmpadas incandescentes, existem dois tipos: os de porcelana e os de baquelita, mais indicados para uso em abajures. J as fluorescentes exigem soquetes especiais (de aperto ou carrapicho). As caixas de tomadas e interruptores (em geral com medidas de 4" x 2" ou 4" x 4") so produzidas em metal ou em PVC e podem ser encontradas tambm no formato octogonal. Quanto s tomadas, existem dois tipos: bipolar (dois plos, como a de um secador ou a da TV) e a tripolar (dois plos mais o terra, como a do computador), ambas com entrada para plugues redondos ou chatos. Embora poucos produtos nacionais tenham plugues tripolares, esse o tipo de tomada mais segura, e de uso recomendado pela ABNT. Vale lembrar que para intensidades de corrente superior a 15 ampres devem ser instaladas tomadas especficas. Os interruptores podem ter ligao; simples, paralela, (acionamento em dois pontos diferentes) e intermediria (liga e desliga em trs pontos distintos). A escolha depende das convenincias.

Transformadores e reatores - entre as lmpadas de uso residencial disponvel no mercado, duas exigem peas especiais para seu funcionamento: as fluorescentes precisam de reatores - dispositivos de partida - subdivididos em convencional e os de partida rpida (simultnea ao toque no interruptor). Para

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